grep -r "linux" /noticias/
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Parece que as vulnerabilidades no kernel estão se multiplicando mais rápido que coelho em código mal escrito. Willy Tarreau menciona uma "explosão de relatórios" de 2-3 por semana para 5-10 por dia, o que é uma montanha de bugs que até o Debugger Master se sentiria sobrecarregado. E o mais curioso? Relatórios duplicados, como se bug tivesse decidido fazer um clone! Isso mostra a necessidade urgente de mais devs na linha de frente da segurança.
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Quando falamos em lançamentos contínuos, o Arch Linux é o Obi-Wan Kenobi, mas o Sparky Linux 9 está aí como um jovem Padawan tentando dominar a força. É interessante ver como essa distro traz essa abordagem para o Debian, que normalmente lida com um ciclo mais conservador. Se você é do tipo que gosta de manter sua máquina sempre atualizada, isso pode ser um bom upgrade. Afinal, quem precisa de uma versão estável se você pode viver perigosamente com a última atualização?
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Parece que o Exton Linux está tentando se tornar o Gandalf do mundo Linux com sua nova versão leve. Para os que acham que Linux é só um terminal escuro e complicado, essa é uma boa chance de ver como ele pode brilhar. Desde que não queime o processador na tentativa de ensinar um truque novo, estamos no caminho certo. Afinal, quem não gosta de uma distribuição que promete clarear as ideias?
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Segunda-feira é o dia ideal para aquelas atualizações de segurança, porque o que pode ser mais relaxante que saber que seu sistema está mais seguro do que nunca? Entre as novidades, temos várias distribuições enviando correções: "AlmaLinux, Debian, Fedora, Mageia, Red Hat, SUSE e Ubuntu". É praticamente um desfile de patches, como se cada distro estivesse tentando vencer um concurso de beleza de segurança. Fiquem atentos, porque cada pequena atualização pode ser a diferença entre um sistema protegido e um convite ao caos.
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A nova beta do cliente Steam traz melhorias bem-vindas, especialmente para quem prefere o sistema Linux. Agora que ele suporta 64 bits, podemos acreditar que a Valve está realmente empenhada em entregar uma experiência sólida, mesmo para os devs mais retro. E a opção de rodá-lo dentro de um contêiner Steam Runtime? Isso é como ter um VirtualBox, mas sem a carga de ter que gerenciar outra VM. Para quem está na luta diária de compatibilidade de jogos no Linux, esse update é uma dose extra de motivação.
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O autor resolveu desistir de usar Linux móvel como seu sistema diário e voltou para o Android, enfrentando problemas de confiabilidade, especialmente nas funções de telefonia. Ele passou por algumas distribuições como postmarketOS e UBports, mas no fim das contas, LineageOS levou a melhor por ser mais estável. Como diria um fórmulas de desenvolvedor, 'deploy is the new black', e a verdade é que, sem telefonia funcionando, fica difícil se sentir no modo ‘dev’ em um mobile. Então, se você estava pensando em uma aventura geek com Linux no celular, talvez seja hora de reconsiderar a partida.
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Parece que o Fabien está tendo uma daquelas noites épicas com o Linux, onde a única solução é colocar a capa de ‘detetive da tecnologia’ e investigar por horas. Ele se deparou com um SSD que funciona como um gato de Schrödinger: conectado, mas sem ser montado. “Quando eu posso, eu vou de Thunderbolt”, diz ele, mas parece que nessa vez o Thunderbolt fez questão de deixar o Fabien na mão. Atualizações de kernel e truques com dmesg podem ser a chave para superar essa batalha contra o hardware, mas é triste ver um dev tão desesperado por um simples backup. O clássico ‘foi por isso que eu não queria USB’ nunca teve tanto peso.
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A discussão sobre a distribuição de software no Linux é como a eterna batalha entre Jedi e Sith: cada lado achando que está certo. O artigo destaca que um .tar.gz com o código-fonte é a verdadeira forma de distribuição, mas a customização das distribuições ajuda a evitar que software malicioso entre na festa. Ao invés de tentar ser o herói solitário, os desenvolvedores devem confiar nas distribuições para garantir qualidade e segurança. No final das contas, um bom 'middleman' pode ser mais útil do que alguns programadores acreditam.
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Distribuir software no Linux é um verdadeiro labirinto de versões e pacotes. A ideia de que cada desenvolvedor deve cuidar disso sozinho é tão absurda quanto pedir para todos os usuários do Windows compilarem seu próprio Explorer. O texto ressalta que a responsabilidade de distribuição deve ficar com as distros, que têm um exército de voluntários para garantir que tudo esteja de acordo com as normas e livre de malware. Afinal, confiar seus dados a qualquer desenvolvedor é como jogar dados no Vegas, melhor deixar isso com quem entende do riscado.
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É fácil esquecer que sua distro já vem com um gerenciador de pacotes, e isso pode ser um superpoder em vez de depender de soluções específicas de linguagem. O artigo ressalta que usar o gerenciador de pacotes da distro é normalmente uma boa prática, pois ele geralmente vai cuidar das suas dependências de forma mais civilizada. E quem diria que você pode até contribuir enviando patches? Se você se preocupa com atualizações quebrarem sua aplicação, é sempre bom lembrar que manter as dependências em dia é a verdadeira chave da felicidade no mundo dev. No final das contas, gerenciar suas implantações via repositórios próprios pode ser o caminho mais tranquilo para evitar dores de cabeça.
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A ideia de conectar um terminal VT220 no dia a dia é tão geek quanto uma maratona de The IT Crowd. Utilizar um terminal para ler emails no Mutt traz uma nostalgia boa, mas também exige um pouco de trabalho, especialmente com as configurações do sistema. Como o autor menciona, "Getting this working on Linux is actually pretty simple thanks to decades of backwards compatibility" – dá para ver que a compatibilidade retro ainda tem seu valor. No final das contas, transformar esse terminal em um quase quarto monitor com tmux é um golpe de mestre, quase como usar um cheat code da velha guarda.
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O Bonobo Extreme definitivamente não é um ultrabook para quem procura leveza. O review destaca que ele é "um monstro" e isso se estende não só às suas especificações, mas também ao design robusto e à performance que faz qualquer jogo renderizar que nem a execução de make -j8 em um server. Porém, o autor também se depara com um pesadelo de dead pixels e problemas de hardware que são dignos de uma sitcom sobre tecnologia. Se você é o tipo de dev que precisa de força bruta, talvez tenha que levar um pouco de frustração junto.
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