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O Athlon MP sempre foi um mistério interessante na história da computação. É como encontrar um tesouro escondido no baú do seu avô, só que o baú é uma placa-mãe dual-socket. "Over the course of several years, I spent quite some time searching for the board" é o tipo de dedicação que qualquer dev que já revirou a internet atrás de um componente antigo vai entender. Cada descoberta dessa é um verdadeiro glitch no tempo. Vale a pena revisitar essas pérolas do passado e ver como chegamos até os processadores futuros que ainda não foram criados.
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O post traz uma introdução interessante sobre como usar USB, ideal para quem ainda não tem muito contato com hardware. Como dito, "você não precisa ser um engenheiro de sistemas embarcados para usar USB", afinal, isso vale pra muita tecnologia por aí. É como dizer que não é preciso ser um Jedi para usar um sabre de luz, mas o manual ajuda. Uma boa leitura para devs que querem explorar um pouco além do código sem complicar demais.
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Parece que a Apple decidiu que a última versão do Mac Pro é como um disco de vinil em uma loja de streaming: só uma relíquia do passado. "A página de compra agora redireciona para a homepage do Mac", o que é uma maneira elegante de dar tchau para os power users que sonhavam em ter um monstro de hardware. Sem planos para novos modelos, a Apple claramente quer que todos migremos para o ecossistema mais ‘amigável’ e menos ‘gigante de torre’. Agora, se você encontrar um Mac Pro abandonado na Apple Store, talvez não tenha muito o que fazer a não ser documentá-lo para um futuro museu de tecnologia.
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Finalmente a Dell decidiu liberar o firmware para o XPS Snapdragon X Elite, tornando a vida dos usuários de Linux um pouco mais suave. Antes, era como procurar o santo graal no Windows 11 só para conseguir a base necessária. Agora, com "firmware disponível em linux-firmware.git", a festa do código aberto fica ainda mais cheia. Uma boa jogada que mostra que, no mundo tech, colaboração é tudo.
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A galera do Drew Fustini parece estar em uma boa vibe, trazendo patches que vão finalmente dar uma vida nova para o controlador de display HDMI no SoC RISC-V TH1520. Se você estava tentando ver algo além da tela preta ou do modo 'ainda não' na sua Lichee Pi 4A, essa é uma boa notícia. Para os desenvolvedores, isso significa que dá para esperar uma experiência gráfica mais completa sem ter que se sentir um Jedi em treinamento.
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A segurança da câmera do MacBook Neo parece ter levado proteção a sério. Como o Guilherme Rambo comentou, o indicador de luz da câmera opera na "exclave segura" do chip, quase como se fosse um escudo mate de um Jedi. Mesmo um exploit de nível kernel teria dificuldade em ser um ninja e ligar a câmera sem que a luz acendesse. Um ponto positivo para a privacidade dos usuários, mas espero que isso não seja uma desculpa para colocar mais corações animados nas atualizações futuras.
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A história de Fabien é como uma máquina do tempo que nos leva de volta aos anos 90, quando cada componente do PC era uma parte de um grande mistério. Ele menciona como sua jornada começou com um sonho desfeito de ter um IBM PS/1 2168, "um PC que era tão maravilhoso quanto caríssimo". A nostalgia aqui é palpável e só quem passou horas com o CONFIG.SYS e AUTOEXEC.BAT sabe o que ele sentiu. No fim, ele não só restaurou o PC, mas também resgatou um pedaço da sua juventude, e isso é algo que qualquer dev pode admirar, não importa a sua preferência por Linux ou Windows.
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A análise do Pro Display XDR realmente mostra como o Thunderbolt 3 pode ser uma faca de dois gumes. Enquanto oferece uma largura de banda impressionante de 40 Gbps, o uso da tecnologia de compressão de stream para suportar USB 3.1 Gen 1 é um verdadeiro quebra-cabeça até mesmo para os mais experientes em hardware. "Para um pedaço de hardware desse preço, isso é bastante irritante" é um ótimo resumo do dilema que a Apple criou ao fragmentar as capacidades do Thunderbolt. Se você não sabe se o seu XDR terá USB 2 ou 3.1, sua compra pode virar um verdadeiro golpe baixo em vez de um upgrade de tela.
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A situação do hardware aberto parece uma montanha-russa, e a maioria dos projetos é mais como uma montanha-russa quebrada, se pararmos pra pensar. O autor traz exemplos de sucessos e fracassos, como Raspberry Pi e Pebble, mas fica a pergunta: por que muitos deles têm componentes não livres? Como ele mesmo diz, "não podemos culpar tudo na escassez de chips e/ou COVID”, a realidade é bem mais complexa. Para que o hardware aberto decole, precisa de transparência e compromisso. Portanto, da próxima vez que você abrir a carteira, pense duas vezes: seu dinheiro pode ajudar a fazer um projeto realmente livre ou apenas mais um episódio de um drama de hardware.
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O autor Salvatore Sanfilippo compartilha sua jornada na escrita de Wohpe, sua primeira experiência com uma obra de ficção. Ele faz uma analogia interessante com o aprendizado do xadrez, onde o iniciante se perde entre movimentos que parecem equivalentes. Isso nos lembra que, assim como no desenvolvimento, a prática e a experiência são fundamentais para aprimorar nossas habilidades. Criar uma narrativa é um verdadeiro jogo de xadrez emocional, onde escolher as palavras certas é tão crucial quanto saber mover as peças no tabuleiro.
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Construir PCs durante uma pandemia definitivamente é uma aventura. O autor conta suas desventuras com a "Beautiful D2R Machine", que envolvem escolhas questionáveis como evitar USB e lidar com placas-mãe problemáticas. É quase um meme em si: você espera ter um joguinho tranquilo e acaba travando a máquina com um BIOS temperamental. No fim das contas, talvez usar um ThinkPad e uma GPU externa fosse a jogada mais sensata, mas quem diria que o verdadeiro boss fight seria a questão das GPUs em falta?
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Esse projeto do PC silencioso Thunderbolt-3 é uma verdadeira odisseia de hardware. O autor começou com uma configuração USB que parecia promissora até descobrir que 'não há largura de banda suficiente' para o que ele queria. No final, a solução foi partir para um hub Thunderbolt-3, que promete fazer tudo por um único cabo. É sempre uma aventura quando tentamos ir além dos limites do que o USB pode oferecer, e este caso é um ótimo lembrete de que qualidade do hub é fundamental.
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É impressionante pensar que o autor usou o mesmo case desde 2011. Para muitos, isso é um sinal de que a era dos upgrades de PC está se tornando tão emocionante quanto assistir a tinta secar. A verdade é que, a cada geração, os incrementos se tornaram tão sutis que até o dev mais empolgado dá uma piscadela e pede uma 'feature', talvez um novo RGB?
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Falar sobre a evolução dos PCs é como lembrar de algumas das primeiras linguagens de programação: nostálgico e um pouco confuso. O autor comenta sobre como em 1998 ele lutava para manter sua Riva TNT fresca no calor francês, enquanto hoje temos gabinetes como o Streacom DB4 que esfriam passivamente com estilo e sem barulho. E pensar que antes a maior conquista era conseguir um pedido pela internet sem levar meses. Agora, com um setup elegante em mãos, a maior luta é decidir qual parte você realmente precisa. No fundo, é tudo uma questão de prioridades: performance ou silêncio?
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Depois de um começo complicado, parece que a RaptorCS finalmente acertou a mão com a POWER9. O autor, que teve uma experiência bem ruim, agora está com a máquina rodando e elogiando a instalação 'completamente indolor'. Mas, como ele mesmo aponta, não dá para ignorar que a Raptor só resolveu o problema depois de uma crítica afiada ganhar destaque; o suporte ainda precisa da força de um dev com um café bem forte. No fim das contas, eles estão se esforçando para melhorar, o que é sempre bom de ver.
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Parece que a RaptorCS decidiu dar uma segunda chance ao seu produto, e a história teve um final feliz, depois de um começo meio trágico. O autor menciona que, depois de uma "experiência" cheia de dores de cabeça, os problemas de suporte foram finalmente levados a sério. Agora, com melhorias no suporte e um novo sistema de RMA, quem sabe a Raptor não se torne a heroína que precisa em um mercado de vilões? Mas, como sempre, fica a lição: esperem um pouco antes de irem para a praça pública com críticas, talvez a empresa precise de um empurrãozinho.
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A saga do RaptorCS POWER9 Blackbird é um verdadeiro teste de paciência. O autor investiu mais de dois mil dólares, só para se deparar com uma série de desilusões, desde a falta de RAM inicial até os loops de boot que poderiam ter saído de um filme de terror sobre hardware. "PEBKAC errors" são o novo termo que todos devem conhecer agora, mas a parte mais triste da história é o silêncio ensurdecedor do suporte técnico, que parece ter tomado uma pausa das suas funções. Em resumo, se você está pensando em embarcar nessa aventura de POWER9, prepare-se para mais do que só treinos em gerenciamento de projetos.
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O Bonobo Extreme definitivamente não é um ultrabook para quem procura leveza. O review destaca que ele é "um monstro" e isso se estende não só às suas especificações, mas também ao design robusto e à performance que faz qualquer jogo renderizar que nem a execução de make -j8 em um server. Porém, o autor também se depara com um pesadelo de dead pixels e problemas de hardware que são dignos de uma sitcom sobre tecnologia. Se você é o tipo de dev que precisa de força bruta, talvez tenha que levar um pouco de frustração junto.
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Desenvolver hardware, especialmente CPUs, é como tentar construir um castelo de cartas em uma tempestade: é preciso uma equipe experiente que já tenha passado pelo processo várias vezes. O artigo ressalta que, enquanto startups de software muitas vezes prosperam com equipes jovens, as startups de hardware que tentam fazer o mesmo tendem a falhar: "cada startup desse tipo que conheço falhou". Então, se você acha que a frescura do 'novo' é o suficiente para trazer inovação em hardware, pode ser hora de repensar essa estratégia e trazer aquele engenheiro veterano que já viu de tudo.
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