grep -r "testes" /noticias/
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O texto destaca que "a cobertura de código é uma das métricas de qualidade mais perigosas" no teste de software, e isso é crucial para todos os devs que acham que uma alta porcentagem de cobertura é sinônimo de qualidade. Os novos tools MuTON e mewt prometem corrigir as deficiências do passado, trazendo testes de mutação para o blockchain com suporte para várias linguagens. Afinal, quem nunca se perdeu em um código que passava em testes, mas ainda tinha bugs ocultos? Mutation testing é como o Yoda do mundo dos testes: pode ser nerd, mas é extremamente eficaz em te ensinar a evitar a tentação de confiar apenas na cobertura de código.
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O autor chama a atenção para a devoção quase religiosa ao TDD, alegando que, apesar de algumas vantagens em fornecer feedback rápido, ele pode moldar o código de maneiras que nem sempre garantem um resultado melhor. "...muito boa em fazer você se sentir um bom programador..." é uma armadilha comum. O verdadeiro problema é que ter testes passando não significa que o software está cumprindo os requisitos, trazendo à tona a importância de se questionar práticas populares no dev. No final, é fácil se perder entre gráficos, badges e a sensação de ser produtivo sem realmente entregar valor.
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A utilidade do linker com a flag --wrap é como encontrar um cheat code escondido para fazer mock em C. Em vez de abrir um arquivo apenas para testar uma função, você pode simplesmente substituir essa dependência pelo que realmente precisa – quase como invocar um painel de controle em um jogo. O autor menciona que, embora seja um ótimo recurso, "você não pode ter dois wrappers diferentes para a mesma função em um executável", o que pode fazer você querer criar versões alternativas do seu programa, tipo DLCs de software. No geral, é uma abordagem inteligente que pode ser um divisor de águas para testes em C, mas precisa de um pouco mais de malícia para contornar suas limitações.
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É curioso notar que, enquanto no mundo do hardware é tudo mais complicado, no software os bugs são como o Exterminador do Futuro: mais fáceis de eliminar. A abordagem parece estar mudando com a descoberta de métodos de geração de testes aleatórios, que tornam a vida dos devs mais fácil. O autor destaca que muitos projetos ainda dependem da abordagem manual, mas fica claro que isso pode ser mais por falta de alternativas na mente da galera do que por uma escolha consciente. Testes aleatórios podem até parecer a jogada do cara que tá jogando D&D sem mestre, mas, de fato, eles podem revelar vários bugs escondidos.
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