grep -r "programacao" /noticias/
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O powerctl é um projeto interessante que facilita a gestão dos estados de energia no Linux para usuários sem privilégios. Ele mostra como o Hare pode ser útil em tarefas simples de manipulação de strings e gerenciamento de grupos com setuid, eliminando o tradicional 'echo mem'. A prática de limitar o uso do programa a um grupo especÃfico é uma boa medida de segurança, evitando que qualquer um possa suspender o sistema à toa. Com apenas 500 linhas, é um exemplo clássico de como um código enxuto pode ser eficiente e seguro.
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O autor traz um olhar interessante sobre como escolher entre linguagens de programação, enfatizando a importância de ter um arsenal diversificado para resolver problemas. Ele destaca as vantagens e desvantagens de cada linguagem, com um toque de sinceridade que muitos de nós, devs, conhecemos bem. "A melhor maneira é aprender fazendo" é um mantra que parece ter saÃdo diretamente de um código em produção, e realmente vale a pena explorar a utilidade de cada uma, mesmo sem dominar todas. Afinal, escolher a linguagem certa pode ser tão desafiador quanto debugar um código legado de 2005.
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O post traz à tona a complexidade de realizar testes unitários em executáveis no_std utilizando o framework de testes embutido do Rust. Como diz o texto, "unfortunately it’s a bit more complicated for no_std applications such as our kernel". A solução parece ser a configuração condicional para evitar aquele erro bem chato de duplicidade de itens de linguagem que aparece toda vez que você tenta rodar `cargo test`. Se você está jogando no time do Rust, prepare-se para lidar com esses detalhes técnicos de uma forma que até mesmo um Jedi ficaria orgulhoso.
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A diferença entre aprender passivamente e praticar ativamente é equivalente a assistir a um filme de Star Wars sem entender a Força. Como o Confúcio disse, "eu ouço e esqueço", então fica a dica: colocar a mão na massa é crucial. Se você não está praticando, bem, vai parecer mais como um Jedi sem sabre de luz. Então, bora codar e entender de verdade o que está por trás do seu próprio intérprete.
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