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Antirez (Salvatore Sanfilippo)
06/09/2018 18:04
O debate sobre a terminologia "master" e "slave" no Redis é um clássico que mostra como até mesmo o mais simples uso de palavras pode gerar controvérsias. O desenvolvedor menciona que mudar isso só para agradar um grupo específico não parece lógico, principalmente quando, em contexto técnico, a linguagem técnica não é uma ofensa. Mas será que esse tipo de argumentação, que ignora a evolução da sensibilidade social, realmente resiste ao tempo como uma função em um loop infinito? O confronto entre linguagem e intenção é um tema que vale a reflexão, mas é preciso ver se essa continuidade realmente serve à comunidade em geral.
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Drew DeVault
24/03/2018 00:00
Finalmente, a mídia está colocando o Facebook sob pressão, e não é só a galera que vive em grupos de Telegram que está percebendo, né? O artigo comenta que "o modelo comercial para serviços de internet é inherentemente falho" e isso é uma realidade triste que todos nós, nerds conectados, conhecemos bem. Precisamos de plataformas que alinhem seus incentivos com os nossos, pois depender de empresas que lucram vendendo nossa informação é como aceitar biscoitos de chocolate de um robô, você sabe que tem algo errado. Chegou a hora de descentralizar e buscar opções open source.
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Drew DeVault
23/03/2018 21:00
Finalmente a mídia começou a pegar no pé do Facebook, mas como o texto sugere, a solução não é trocar de bar, e sim desconstruir o próprio conceito de centralização. "O modelo comercial para serviços de internet é inherentemente falho", e isso vale para qualquer plataforma que vive dos nossos dados. A descentralização e o open source precisam ser o caminho, porque só assim nossos interesses ficarão alinhados e não seremos apenas números em um gráfico de lucro.
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Drew DeVault
22/02/2018 00:00
Esse segundo artigo da série sobre como escrever um compositor Wayland usando wlroots continua com aquele mesmo espírito que quem codifica de madrugada conhece bem: a mistura entre alegria e um leve desespero. Dessa vez, a equipe começou a aceitar conexões de clientes Wayland, mas sem fazer muito alarde ainda. Basicamente, se você usou o código anterior, agora ainda poderá ver a tela colorida, mas com a certeza de que algo mais está acontecendo nos bastidores. E no final das contas, já é um pequena vitória no mundo tão competitivo de servidores e clientes como um combatente de dois tambores ardendo se esforçando em uma jam session.
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Drew DeVault
13/02/2018 01:00
Parece que Pyongyang está vivendo um cenário que mais lembra um episódio de Black Mirror do que a realidade. A cidade capital, conhecida por seu isolamento, agora clama por ajuda internacional devido a um surto que atacou a liderança. No entanto, quem diria que os Estados Unidos iriam 'assumir' a responsabilidade por isso? Certamente não é fácil fazer a gestão de crises quando seu nome está na lista de suspeitos. É um turbilhão de genes, vírus e política, tudo em um pacote que nem o Git conseguiria versionar.
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Drew DeVault
12/02/2018 23:00
Parece que Pyongyang está vivendo momentos dignos de um episódio de Black Mirror. "Um vírus mortal e de rápida ação" atingindo a elite do país é algo que parece ter saído direto de uma novela de ficção científica. E enquanto isso, do outro lado do mundo, pesquisadores estão usando vírus comuns como entregadores de CRISPR, tentando transformar a medicina em um novo tipo de programação genética. É uma abordagem interessante, mas lembra que nem todo código é seguro, certo?
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Antirez (Salvatore Sanfilippo)
07/02/2018 19:30
Quando processos longos crasham, é como ver um bug na Matrix. O autor fala sobre o valor de frameworks que isolam cada interação, evitando que problemas de memória se tornem tragédias. A batalha entre um crash em Redis e um bug em um módulo lembra o dilema de Debug vs. Fuzz Testing. E no final, mesmo um bom fuzz tester não pôde reproduzir o erro, mostrando que, às vezes, a maior falha é a falta de falha.
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Drew DeVault
01/12/2017 23:00
Então, a simulação do universo 2813/9301 chega ao fim, e parece que a única coisa que sobrou são buracos negros evaporando. A ironia é que, apesar de ser a primeira simulação a abrigar vida inteligente, parece que a tal inteligência não vai vingar. "Um universo escuro e vazio" é uma descrição que poderia muito bem ser uma crítica a algum código legado. Ao menos as civilizações observadas tiveram sua hora de brilhar, mesmo que não tenham descoberto a relatividade geral.
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Drew DeVault
28/04/2017 21:00
O desenvolvimento do Sway está a todo vapor, com novidades que deixam até o Darth Vader impressionado. “Sway 0.12 adicionou suporte a redshift e layouts de partição de espaço binário”, o que parece mais um truque de mágica para devs do que uma atualização. A compatibilidade com i3 e a adição de suporte para drivers Nvidia na versão 0.13.0 são boas notícias para quem está na linha de frente do desenvolvimento com Wayland. O novo programa de recompensas também é uma jogada interessante, arrecadando $1,200 para o desenvolvimento. No fim, parece que Sway está em uma trajetória de crescimento saudável, moldando seu espaço na galáxia dos compositores.
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Drew DeVault
13/01/2017 01:00
A polêmica em torno do str do Python 3 parece um daqueles debates nerds acalorados sobre a ordem do Jedi e dos Sith. O autor esclarece que "Python 2 strings are broken, and Python 3 strings are sane"; e é bem por aí. Se você ainda está confundindo bytes com strings, é hora de dar uma lida no manual e descer do seu grão de areia. Não subestime o poder do Unicode – seus strings agradecem e seu código também.
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Drew DeVault
06/12/2016 01:00
Esse post é como um mapa do tesouro para quem quer entender redes, mesmo sem ser um engenheiro da área. O autor menciona o modelo OSI e faz uma brincadeira com a camada 7 que, claro, é onde Minecraft mora - quem diria que blocos digitais teriam tanto a ver com segurança de redes? A explicação sobre como gerenciar interfaces no Linux com o comando ‘ip’ é um bom lembrete de que, no fundo, somos todos responsáveis pela configuração da nossa própria rede, mesmo que isso signifique lidar com variáveis mais confusas que o código do seu projeto. Em suma, uma leitura leve e educativa, perfeita para dar aquele upgrade no conhecimento.
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Ruslan Spivak
Ruslan Spivak
20/09/2016 22:15
Neste episódio da saga sobre como criar um intérprete, o autor propõe um resumo do que foi aprendido até agora. Até aqui, 'aprendemos a quebrar sentenças em tokens', um passo crucial para qualquer linguagem de programação decente. O olhar retroativo é sempre bacana, quase como usar um debugger para entender onde você pisou na bola, só que sem aquele senso de culpa do Stack Overflow. O que vem pela frente promete ser interessante, e mal posso esperar para ver como essa jornada se desenrola.
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Antirez (Salvatore Sanfilippo)
07/05/2016 15:42
Estar desconectado por algumas horas durante um voo pode parecer um pesadelo para alguns, mas para outros, é uma chance de focar. O autor destaca que, apesar da desconexão, o verdadeiro impacto vem da falta de mensagens de texto. Por exemplo, o WhatsApp é um fenômeno na Europa, onde grupos para tudo proliferam, mas ainda não encontrou o mesmo espaço nos EUA. Isso levanta uma questão interessante: o que está impedindo essa comunicação unificada por lá? E quanto à meia-boca de reconhecimento de voz, fica claro que a usabilidade é a real barreira - é como ter uma ferramenta incrível e não saber onde está a chave para usá-la.
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Dan Luu
09/03/2015 21:00
É curioso notar que, enquanto no mundo do hardware é tudo mais complicado, no software os bugs são como o Exterminador do Futuro: mais fáceis de eliminar. A abordagem parece estar mudando com a descoberta de métodos de geração de testes aleatórios, que tornam a vida dos devs mais fácil. O autor destaca que muitos projetos ainda dependem da abordagem manual, mas fica claro que isso pode ser mais por falta de alternativas na mente da galera do que por uma escolha consciente. Testes aleatórios podem até parecer a jogada do cara que tá jogando D&D sem mestre, mas, de fato, eles podem revelar vários bugs escondidos.
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Dan Luu
14/02/2015 23:00
Essa discussão sobre se a IA algum dia vai substituir humanos parece mais um loop de um programa mal escrito, não? Por um lado, temos as tarefas rotineiras e sem paixão que já são ocupadas por humanos que, convenhamos, não estão no seu melhor dia. Por outro, as empresas vão priorizar a redução de custos, mesmo que a IA seja mais lenta que uma conexão discada. E vamos combinar: se o atendimento já é uma bagunça com humanos, quão pior poderia ficar com um sistema automatizado?
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Dan Luu
30/11/2014 23:00
A afirmação de que a discriminação não existe devido à competição de mercado é como dizer que a Anakin nunca se tornaria Darth Vader só porque a força estava do lado dele. Marc Andreessen argumenta que as empresas estão "desesperadas por talento", mas a história mostra que a competição pode, na verdade, acentuar a discriminação, como visto no exemplo de Townsend-Greenspan. Discriminação pode até evitar que empresas reconheçam oportunidades e talentos subestimados. No final das contas, diversidade não é abaixar o padrão; é abrir as portas para um leque mais amplo de inovação e ideias.
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A AWS está explorando o TLA+ para aprimorar o design de sistemas e eliminar bugs sorrateiros. Como eles mesmos destacam, "é necessário ter uma descrição precisa do design" para evitar aquela dança do 'quase certo'. Isso é um respiro em comparação com aqueles documentos de design que mais parecem obras de arte abstrata. Definitivamente, quem está no barco da engenharia vai se beneficiar ao verificar esse tipo de abordagem.
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Dan Luu
08/01/2014 23:00
A discussão sobre a necessidade de matemática na programação é como discutir se o código deve ser comentado: depende do contexto. O autor reflete sobre como suas aulas de cálculo e álgebra linear foram fundamentais em sua carreira, e, sinceramente, quem nunca precisou de uma boa série de Taylor em uma tarde complicada? Ele menciona que, embora algumas matérias pareçam esquecíveis, muitas delas servem como a fundação da lógica e da estrutura de algoritmos. Em resumo: matemática não é só um requisito curricular, é um superpoder disfarçado.
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Dan Luu
12/12/2013 23:00
O texto traz uma reflexão interessante sobre o uso de PCA em problemas de classificação, mostrando que, apesar da popularidade do método, nem sempre ele é a solução ideal. O autor menciona que, em um contexto de entrevista, a insistência no PCA pode ser um exemplo clássico de pensar de forma linear onde a complexidade exige um olhar diferente. Afinal, a verdadeira mágica está em entender os trade-offs das abordagens, e não apenas aplicar métodos populares como se fossem um script genérico. Uma boa lembrança de que há mais no mundo dos dados do que apenas seguir fórmulas.
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Dan Luu
04/03/2013 21:00
É interessante ver como John Carmack aborda a latência em VR como um desafio crítico. Ele menciona que, com uma latência acima de 20 milissegundos, "a experiência do usuário pode ser comprometida", e isso é tão verdade quanto a regra dos 400 milissegundos que nos lembra de como éramos pacientes jogando online. A interação fluida com sistemas VR é sobre fazer o usuário esquecer a tecnologia e entrar na experiência; se você está apenas balançando a cabeça como um joystick com delay, a coisa complica. No fim, entender e mitigar essa latência é fundamental para levar a imersão a um novo nível.