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Antirez (Salvatore Sanfilippo)
06/05/2016 08:07
Após um tempo de espera, a nova versão do Redis traz algumas adições que podem fazer diferença para muita gente na comunidade. O novo comando BITFIELD parece ser uma boa adição para quem trabalha com contagens e controle de overflow, enquanto a GEO API pode energizar aplicações que lidam com geolocalização. Além disso, a melhora na eficiência de memória é sempre bem-vinda, afinal, quem não gosta de um pouco de economia na hora de lidar com grandes listas? Mas cuidado com o Sentinel—pense duas vezes antes de confiar nele para produção por enquanto.
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Dan Luu
11/04/2016 05:00
O relato sobre a filha de Margaret Hamilton na NASA é um bom lembrete de que um simples checagem pode salvar horas de trabalho, ou como eu gosto de dizer, "a essência do desenvolvimento de software é evitar que o sistema crash antes do happy hour". A diferença entre o modelo tradicional de sysadmins e os SREs do Google destaca a importância de automatizar operações e criar uma cultura de colaboração entre devs e ops. Claro, encontrar essas pessoas com habilidades raras para SRE pode ser como tentar achar um bug em um código legado - uma tarefa e tanto. No fim das contas, o livro pode ser mais do que um guia, mas um mix de alguns post-mortems que todos já vivemos na pele.
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Drew DeVault
22/03/2016 00:00
A ideia de conectar um terminal VT220 no dia a dia é tão geek quanto uma maratona de The IT Crowd. Utilizar um terminal para ler emails no Mutt traz uma nostalgia boa, mas também exige um pouco de trabalho, especialmente com as configurações do sistema. Como o autor menciona, "Getting this working on Linux is actually pretty simple thanks to decades of backwards compatibility" – dá para ver que a compatibilidade retro ainda tem seu valor. No final das contas, transformar esse terminal em um quase quarto monitor com tmux é um golpe de mestre, quase como usar um cheat code da velha guarda.
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Antirez (Salvatore Sanfilippo)
26/02/2016 12:02
Hoje o Redis completa 7 anos e, para marcar a data, um novo comando bem interessante chamado BITFIELD foi implementado. A ideia é lidar com inteiros de tamanho arbitrário em offsets de bits, o que traz um controle bem fino sobre operações, como saturação e overflow. Como um desenvolvedor que aprecia compactação de dados, essa atualização é um bom ajuste no arsenal do Redis, facilitando operações com bits sem desperdiçar informação. Afinal, quem não gostaria de mexer com bits como se fossem marshmallows em uma fogueira?
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Dan Luu
23/01/2016 23:00
O post discute como o "perf" é o queridinho das ferramentas de depuração de performance no Linux, mas a verdadeira questão é: como lidar com problemas de latência, especialmente aqueles que aparecem com RPCs em sistemas complexos? Amostragens são fáceis e práticas, mas falham em capturar a realidade dura dos piores cenários de latência, que podem custar caro. O framework de rastreamento da Google, que segue o conceito de capturar "cada" evento, promete ser a solução para muitos problemas que as amostragens não conseguem resolver. É como enfrentar um bug com uma bomba atômica em vez de uma faca - a precisão conta muito nesse mundo de múltiplos servidores.
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Drew DeVault
11/11/2015 01:00
Tor é aquele super-herói dos tempos online, mantendo sua privacidade como se estivesse em um filme de espionagem. A questão é que ele não é exatamente o Flash quando se trata de velocidade, mas o autor lembra que 'há várias coisas que você roda no computador onde a velocidade não é tão importante'. Então, se você não está assistindo a séries no Netflix enquanto faz download de atualizações, por que não considerar usar Tor para comunicação mais segura? Afinal, se você não tem nada a esconder, que tal ajudar a esconder aqueles que têm? Isso sim é um bom uso da sua 'superpotência' digital.
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Drew DeVault
10/11/2015 23:00
Tor é uma ferramenta extraordinária para quem se preocupa com privacidade, mas é como usar um dial-up nos dias atuais. "Tor trabalha no nível TCP" e, embora isso permita enviar vários tipos de tráfego, a velocidade fica tão devagar que você pode até ouvir o eco de um modem. Para ações do dia a dia como IRC ou checar e-mails, ele pode ser ótimo. Mas lembre-se, não dá para baixar torrents com Tor sem se arriscar. Use SSL/TLS para completar a segurança, e mantenha seu fluxo de tráfego gerenciado, como um verdadeiro Jedi da privacidade.
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Antirez (Salvatore Sanfilippo)
03/11/2015 07:53
O Redis pode parecer uma fortaleza, mas a realidade é que "99,99% dos casos de uso do Redis são dentro de um ambiente isolado". O que me chama a atenção é que muitos usuários ainda deixam suas instâncias expostas ao mundo, como se fossem castelos de areia na beira da praia. A implementação do modo protegido é uma melhoria necessária, mas ainda assim, quem não protege o Redis de acessos externos pode acabar se surpreendendo com o que pode acontecer, como demonstra o próprio autor com seu experimento de segurança. Segurança é uma questão de responsabilidade, e cada um deve cuidar do seu lar digital.
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Drew DeVault
31/10/2015 23:00
Usar Slack para projetos de código aberto é como tentar usar um iPhone para programar em Assembly. O autor menciona que "Slack não é uma ferramenta construída para projetos open source" e isso se reflete em suas limitações, como ser um jardim fechado e exigir registros complicados. Enquanto isso, o IRC continua firme e forte, provando que nem toda tecnologia velha é ultrapassada. É interessante notar que, por mais que o Slack tenha algumas comodidades modernas, muitos ainda preferem a robustez e a liberdade do IRC para discussões de projetos. Então, se você está pensando em abrir um canal para sua nova ideia, talvez seja melhor dar uma chance ao IRC em vez de entrar no mundo fechado do Slack.
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Antirez (Salvatore Sanfilippo)
15/07/2015 08:46
A decisão de um dos criadores do Redis de se juntar à Redis Labs é um movimento inteligente para acelerar o desenvolvimento desse projeto OSS que tem impactado tanto a comunidade. Como ele mesmo destacou, 'aumentar o feedback dos usuários reais é crucial', e isso será possível com um time de desenvolvedores focado na parte central do Redis. É um bom sinal ver empresas investindo na evolução de tecnologias open source, o que só beneficia todos nós no longo prazo. No final das contas, só nos resta aguardar as próximas contribuições que devem sair diretamente dessa colaboração.
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Drew DeVault
13/06/2015 21:00
Parece que a nova sensação entre os devs é o osu!web, um projeto que promete levar a experiência do jogo para o seu navegador. O uso de tecnologias como Web Audio e uma arquitetura de arquivos zipados para beatmaps é bem interessante e mostra que estamos vivendo uma era de inovações web. A intenção de criar um visualizador de beatmaps com suporte a replays é um passo para deixar a competição ainda mais acirrada, só não esquecer de deixar a interface user-friendly, porque devs sempre tendem a complicar na hora de criar. No final das contas, é sempre bom ver projetos open-source surgindo e fazendo a galera se divertir.
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Dan Luu
26/05/2015 21:00
É interessante notar como Bell Labs decide bloquear o archive.org e outros crawlers, enquanto dá carta branca para o Googlebot. "A única exceção a essa regra é o Googlebot, msnbot, e seu próprio bot corporativo." Isso levanta questões sobre o acesso à informação e o monopólio que o Google pode ter. Muitos desenvolvedores precisam rever suas configurações de robots.txt, porque banir tudo exceto o Google não é a solução mais democrática. E sim, até os bots precisam de um pouco de liberdade.
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Drew DeVault
19/04/2015 00:00
Parece que o desenvolvedor encontrou uma solução bem prática para um problema comum: "um simples tool para deploy em cada commit" sem precisar de um servidor de build sofisticado. Essa abordagem com o Hooks facilita a vida de quem quer implementar um fluxo de deploy contínuo de forma barata e tranquila. É como aquele truque de mágica em que você faz o aplicativo saltar direto do repositório para a produção sem passar pelo ‘caminho’ tradicional. Funcionalidade e simplicidade andam de mãos dadas aqui, o que é sempre bem-vindo no mundo tech.
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Drew DeVault
18/04/2015 21:00
Parece que a simplicidade é o nome do jogo com o Hooks. Uma ferramenta que permite rodar comandos arbitrários sempre que um hook do Github é acionado pode ser um salva-vidas para quem não quer se enredar em servidores de build complexos. A configuração, como o próprio autor coloca, é bem direta: você só precisa editar um arquivo de configuração e pronto, está liberado para um deploy contínuo que, honestamente, parece mais fácil do que configurar um café na máquina. Quando a praticidade se junta a uma pitada de leveza, ficamos com ferramentas que são boas aliadas no dia a dia descomplicado da vida de dev.
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Dan Luu
16/11/2014 23:00
O autor teve uma epifania ao perceber que, mesmo com o suporte de uma plataforma que promete velocidade, sua página estava mais lenta que um disco rígido de 5400 RPM. Ao otimizar o carregamento de scripts, ele conseguiu cortar 4 segundos do tempo de carregamento, mostrando que a ordem como se carrega o conteúdo realmente importa. É como fazer suas dependências em JavaScript dançarem uma salsa para que a página comece a renderizar mais rápido. No fim das contas, menos é mais, e a lição aqui é que, às vezes, menos JavaScript é o caminho mais rápido para a felicidade do usuário.
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A discussão sobre entrega exatamente uma ser "impossível" é interessante, mas o que realmente importa aqui é entender que nem todos os sistemas precisam desse tipo de exatidão. O autor menciona que "a maioria das pessoas está realmente interessada em processamento exatamente uma", que é um conceito mais alinhado com o que a galera no dev busca. Em vez de ficar obcecado por entregas exatas, focar em como lidar com falhas e garantir que a mensagem tenha um efeito colateral uma única vez pode ser mais útil. E no fim das contas, um pouco de redundância nunca fez mal a ninguém, especialmente em sistemas distribuídos.
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Dan Luu
09/11/2014 23:00
O autor levanta uma questão interessante: builds quebradas em projetos open source parecem ocorrer bem mais frequentemente do que em projetos de trabalho, e isso pode ser uma realidade alarmante. Ao analisar dados do Travis CI, fica claro que "apenas 8 de 40 projetos" atingem uma confiabilidade mínima desejável. Para devs, é frustrante quando uma build falha após um longo setup. O interessante é que a falta de um sistema rigoroso para evitar códigos ruins acaba sendo um pesadelo tanto para os colaboradores quanto para a equipe de gerenciamento. Como já dizia o sábio da programação, manter uma build limpa não é uma questão de "física quântica", mas muitos ainda fazem dela um grande enigma.
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Antirez (Salvatore Sanfilippo)
09/10/2014 11:35
Depois de mais de uma década de desenvolvimento e algumas paradas de coração, o Redis finalmente está apresentando seu suporte a clusters com o Redis 3.0.0. "Parece que a decisão de começar o projeto estava mais para a pressa do que para a preparação", e se tem uma coisa que aprendemos no mundo dos devs é que começar um projeto na hora errada pode resultar em uma bagunça maior do que código legado. O que eu mais curto é que a comunidade estava lá, insistindo no sharding e na garantia de failover, enquanto o criador foi literalmente aprendendo a lidar com programação distribuída no caminho. É isso que eu chamo de um projeto evolutivo: em vez de abrir mão, eles foram atrás, refinando e aprendendo com os erros, algo que muitos poderiam se inspirar.
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O iostat pode ser uma ferramenta útil, mas como bem alertado, o campo svctm é "fundamentalmente quebrado" e pode enganar até o dev mais esperto. Esse número que deveria representar o tempo médio de operação é, na verdade, um grande mistério em sistemas modernos com SSDs. É como olhar para um log do servidor e achar que entendeu tudo, mas na verdade está só olhando para o GIF errado. Portanto, cuidado ao usar essas métricas sem uma compreensão adequada; o iostat pode não ser o oráculo que você pensava.
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Andrew Kelley (criador do Zig)
19/06/2014 21:58
Esse projeto de transformar seu Raspberry Pi em um servidor de música pode parecer bom no papel, mas o autor não hesita em dizer que o Raspberry Pi é "overhyped". É uma crítica interessante e que vale a pena considerar, especialmente se existem opções como o Beagle Bone Black, que oferecem CPUs mais rápidas e menos dor de cabeça com software. Parece que é mais sobre como aproveitar a tecnologia do que a marca em si, não é?