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Drew DeVault
17/09/2016 00:00
Escolher a linguagem e as ferramentas para desenvolver um projeto é quase como escolher o personagem certo em um RPG: você precisa saber quais são suas habilidades para não acabar com um mago usando espada. O autor menciona como aprendeu com projetos desafiadores, mesmo que isso significasse deixar a zona de conforto, pois "a oportunidade para aprender é mais importante que a produção rápida de código". O que realmente importa aqui é saber que cada escolha que fazemos pode moldar nossa base de código para o futuro, então não tenha medo de experimentar. No final das contas, você pode ser um Jedi da programação, não só um stormtrooper da rotina.
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Drew DeVault
16/09/2016 21:00
Escolher a linguagem e as ferramentas certas é como escolher entre JavaScript e Assembly para um projeto: às vezes, o que é mais fácil não é o que vai garantir a durabilidade do seu código. O autor menciona, "fazer uma escolha que seja mais adequada ao problema em detrimento do conforto" e isso é um lembrete valioso. Aprender algo novo pode ser desconfortável no início, mas, como com qualquer dev que já teve um fim de semana perdido na documentação, é no longo prazo que vemos os frutos disso, com novas habilidades e melhores soluções. Então, não tenha medo de explorar opções fora da sua zona de conforto; o seu futuro eu com certeza vai agradecer.
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Dan Luu
12/09/2016 05:41
Tavish Armstrong faz um excelente trabalho ao mostrar que a jornada para se tornar programador é muito menos linear do que o estereótipo do garoto prodígio sugere. Ele menciona que "programação era antinatural para mim" e isso ressoa com muitos de nós que vieram de outras áreas. Afinal, não precisamos ser os melhores em matemática ou ter um histórico brilhante para entrar nesse mundo. O importante é lembrar que a capacidade de resolver problemas pode ser mais valiosa do que dominar uma linguagem de programação específica. E quem diria que a habilidade de lidar com hardware poderia gerar habilidades em software? A vida é estranha assim.
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Drew DeVault
09/09/2016 00:00
A escolha entre software proprietário e software livre é como escolher entre um carro que você não pode abrir o capô ou um que você pode tunar no fim de semana. "Se você está pagando pelo software, eles podem usar estratégias de lock-in" e é aí que moram os problemas. Por outro lado, no mundo open source, você conhece o nome e, às vezes, o cafezinho do desenvolvedor que fez aquele feature. Sim, pode ter uma curva de aprendizado mais íngreme, mas escolher software que sirva seus interesses é sempre mais recompensador. Na próxima vez, pense: esse software me serve ou é só um vestido de gala com contas penduradas?
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Drew DeVault
08/09/2016 21:00
A questão entre software proprietário e open source é uma verdadeira batalha épica, quase digna de um RPG. Como o autor do texto lembra, "as decisões que os desenvolvedores tomam são geralmente em interesse do usuário" no mundo do open source, enquanto o software proprietário muitas vezes tem um leve cheirinho de lock-in. Claro, com o open source você tem mais controle e acesso, mas talvez tenha que enfrentar algumas quests de usabilidade, já que a curva de aprendizado pode ser mais íngreme. No final, a escolha do software é um reflexo de quem você é, então é bom lembrar: quem está realmente se beneficiando com o que você usa?
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Drew DeVault
11/05/2016 00:00
É sempre nostálgico falar da Mozilla e seu papel revolucionário com o Firefox, que nos salvou da prisão do Internet Explorer 6. O browser trouxe personalizações, navegação por abas e uma comunidade vibrante que fazia a web parecer mais viva. Mas, como um personagem de RPG que evolui mais devagar que o esperado, o Firefox acabou perdendo um pouco do seu brilho para o Chrome, que à primeira vista parecia um "boss" invencível. A morte simbólica da Mozilla em 2011 ressalta como a inovação é crucial, e agora temos uma nova empresa que, ao invés de ser uma "fênix", parece mais um final boss mal desenvolvido. O legado de Mozilla mostra que, mesmo que um software desapareça, a cultura ao seu redor pode ficar para sempre.
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Drew DeVault
10/05/2016 21:00
Mozilla foi um verdadeiro divisor de águas no mundo dos navegadores, especialmente para quem cresceu na era do Firefox 3, onde a personalização e a velocidade eram a ordem do dia. "A experiência de navegar com abas e extensões era como encontrar as Instruções do Mestre Yoda para o navegador". A transição para o Chrome trouxe um pouco de estagnação para o Firefox, mas felizmente Mozilla não desistiu e se reinventou. No entanto, parece que a nova versão da companhia perdeu aquele espírito inovador, caminhando mais para a homogeneização do que para a liberdade que a gente esperava. É um lembrete de que nem sempre o que vem depois é melhor.
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Dan Luu
18/04/2016 04:06
Esses tipos de listas estão sempre no ar, mas tentar abarcar todos os programadores com um único texto é como tentar rodar um código em uma versão de Java desatualizada. Aleksey Shipilev, por exemplo, é um dos grandes quando se trata de entender a JVM, enquanto Bruce Dawson foca na performance em Windows – porque, sim, a vida continua além do Linux. A diversidade nos temas abordados, como os projetos de Chris Fenton ou as análises de ML de Chip Huyen, mostra que não há uma única receita de bolo no mundo da programação; cada um deve escolher o que mais faz sentido para a sua jornada.
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Dan Luu
21/03/2016 04:23
A história do Mike é um típico exemplo de como os recrutadores podem ser, digamos, seleto onde deveria ser mais sobre a competência. A afirmação de que a experiência dele é 'aleatória' só mostra como algumas empresas, como a TrendCo, priorizam rótulos em vez de habilidade real. No final das contas, a ideia de que eles 'precisam' de engenheiros em seus requisitos só para seguir a moda pode acabar prejudicando o talento que eles poderiam ter, especialmente com a concorrência pífia no mercado. Então, contratar quem está na moda, mas que não tem o devido know-how, não vai ajudar na performance a longo prazo.
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Dan Luu
29/02/2016 21:00
Esse post é o primeiro de uma série sobre mecânica quântica, mas com um toque leve, o que é uma boa ideia para não assustar os não-iniciados. O autor menciona que a percepção sobre a física clássica pode ser um pouco ingênua: "a maioria pensa que sabe mecânica clássica, mas há tantas maneiras de formulá-la..." Sem se aprofundar demais em matemática, ele quer explorar como a luz se comporta em diferentes meios, algo que até os mais nerds podem achar fascinante. Mais uma vez, a famosa frase de Fermat aparece: "A luz sempre escolhe o caminho de menor tempo", confirmando que até a física é cheia de truques e segredos, como um bom dev em um hackathon.
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Dan Luu
29/02/2016 21:00
Pelo que parece, HPMOR é um daqueles casos em que a reinterpretação da fonte original acaba tropeçando nas próprias pernas. Apesar de ter algumas ideias interessantes, como a "interdição de Merlin" e um Hariezer atípico, a narrativa é cheia de diálogos que mais parecem uma competição de imitação de Shakespeare. Além disso, a visão elitista que favorece apenas a inteligência como qualidade essencial não é só problemático, mas também um tanto chato. A crítica à forma como a história se desenrola no mundo mágico de Harry Potter levanta questões, mas parece que a mágica mesma se perdeu em meio a tanto blá-blá-blá.
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Andrew Kelley (criador do Zig)
08/02/2016 15:07
O Zig chega com a intenção de ser "mais pragmático que o C", o que já é uma declaração ousada. Ele promete um equilíbrio interessante entre performance e segurança, como se a performance estivesse dirigindo um carro esportivo enquanto a segurança é o passageiro que só quer usar o cinto. A ideia de separar modos de build em debug e release pode também facilitar bastante a vida de quem está em busca de um desempenho otimizado, sem sacrificar a legibilidade do código. Se você está cansado de licenças questionáveis e quer algo que tenha um toque de Rust, só que com um humor um pouco menos doido, Zig pode ser a aventura que você está procurando.
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Lua.org News
04/02/2016 11:04
A gente sabe que Lua não é só uma linguagem de programação, é quase um ritual de passagem para programadores. O Workshop em San Francisco nos dias 13 e 14 de outubro promete reunir os fanáticos da linguagem, então se você ainda não está pensando em como otimizar aquele código Lua, pode ser a hora de dar uma olhada. Como diria um velho sábio da programação, 'há mais na vida do que apenas Java'.
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Dan Luu
28/12/2015 23:00
É curioso como algumas práticas que parecem normais para nós, como a rotatividade absurda de funcionários ou a paranoia com segredos corporativos, podem soar como cenas de um filme de terror para outros. O exemplo da empresa que prefere resolver bugs internamente só para manter a concorrência no escuro é quase como uma narrativa de um filme de espionagem, mas aqui a espionagem são e-mails sobre planos de saúde. E a rivalidade entre gerentes? É tipo um crossover de uma série de drama, onde as brigas nos bastidores são tão intensas que quase precisam de uma trilha sonora. No fim, tudo isso levanta a questão: até que ponto a "normalidade" no trabalho é saudável?
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Dan Luu
16/12/2015 23:00
A eterna discussão entre trabalhar em uma startup ou em uma grande empresa nunca foi tão atual. Enquanto Paul Graham e companhia defendem que "o melhor jeito de ficar rico é começar ou entrar em uma startup", parece que o escritório cheio de mesas de pingue-pongue pode não ser o lugar mais interessante para aprender. Claro, os números são sedutores, mas será que um salário alto vale o preço de um aprendizado superficial? E mesmo aqueles que alegam que ganhará muito mais dinheiro nas startups precisam ficar atentos: nem todo herói usa capa, e nem toda startup se torna um unicórnio.
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Ruslan Spivak
Ruslan Spivak
12/08/2015 08:00
O autor começa com uma reflexão interessante: "Por que achamos tão difícil aprender uma nova habilidade?" A verdade é que, assim como tentar debugar um código sem logs, às vezes é mais sobre a nossa abordagem do que sobre a dificuldade da tarefa em si. A persistência é a chave, mas um bom mentor ou até mesmo um vídeo no YouTube pode fazer milagres. É um convite para repensar como aprendemos e nos organizamos nesse mundo tech.
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Antirez (Salvatore Sanfilippo)
15/07/2015 08:46
A decisão de um dos criadores do Redis de se juntar à Redis Labs é um movimento inteligente para acelerar o desenvolvimento desse projeto OSS que tem impactado tanto a comunidade. Como ele mesmo destacou, 'aumentar o feedback dos usuários reais é crucial', e isso será possível com um time de desenvolvedores focado na parte central do Redis. É um bom sinal ver empresas investindo na evolução de tecnologias open source, o que só beneficia todos nós no longo prazo. No final das contas, só nos resta aguardar as próximas contribuições que devem sair diretamente dessa colaboração.
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Ruslan Spivak
Ruslan Spivak
03/07/2015 08:00
Esse artigo promete ser uma verdadeira aula de humildade e fundamentos. A ideia de Tony Plog, que mostrou aos alunos que até os melhores precisam revisar os básicos, é um ótimo lembrete para nós, desenvolvedores: não adianta saber todas as bibliotecas do mundo se você não entende o que está por trás. Ficar tangenciando a complexidade sem dominar o básico é como compilar um código sem entender a lógica dele. Vamos ver como isso se conecta com a construção do interpretador e o que podemos aprender com isso.
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Ruslan Spivak
Ruslan Spivak
15/06/2015 07:00
Construir um interpretador é como ensinar uma criança a decifrar hieróglifos, mas ao invés de desenhos, você está lidando com código. É interessante ver que muita gente ainda não entende a importância dos compiladores, como lembrou Steve Yegge: "se você não sabe como os compiladores funcionam, então não sabe como os computadores funcionam". A jornada começa aqui, mas cuidado, pode ser mais complexa que o código de um jogo 8-bits.
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Dan Luu
30/05/2015 21:00
A situação do SourceForge é um pesadelo de gerenciamento de marcas. Eles estão simplesmente exterminando a confiança dos usuários, injetando adware em instalações, como mencionado: "eles agora estão obrigando muitos projetos". É impressionante como uma reputação construída em 16 anos pode ir para o espaço em um piscar de olhos, e ainda temos o Slashdot, que parece surfar na mesma onda de destruição, ignorando o que é essencial para seu público. Se não tomarem cuidado, vão acabar tão esquecidos quanto aquele aplicativo que você instalou e nunca usou.