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Drew DeVault
29/10/2018 21:00
A questão do Commons Clause já deveria ter sido resolvida há tempos, mas aqui estamos, de novo. Como o autor aponta, essa cláusula tenta se infiltrar em licenças respeitáveis como a Apache 2.0, enganando desenvolvedores e usuários com uma aparência de open source. Dizer que seu software é "open source" enquanto usa essa cláusula é a mesma coisa que afirmar que seu gato é um leão—não importa o quanto você tente, a realidade é bem diferente. Respeitar as definições do FOSS é essencial para manter a integridade da comunidade de desenvolvedores.
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Drew DeVault
29/10/2018 00:00
A memória virtual é como um truque de mágica da vida real no seu computador, permitindo que ele use mais espaço do que realmente tem. O artigo explica que "apenas um pequeno subconjunto do seu espaço de endereçamento está mapeado para RAM física", o que explica porque às vezes parece que temos mais memória disponível do que realmente temos. O uso de MMU e chamadas de sistema como mmap para gerenciamento de memória é um ótimo exemplo de como o kernel e os processos interagem em um cenário multi-tarefa. E, claro, quem nunca sofreu um page fault quando todo o sistema está a pedido de RAM? Parece que a memória nunca é suficiente, mesmo em um mundo de 16 exbibytes.
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Drew DeVault
28/10/2018 21:00
A memória virtual é como aquele nível de abstração que a gente ama em programação, só que aplicada ao mundo real da memória do computador. Basicamente, enquanto sua RAM tenta se comportar como um array gigante de bytes, a MMU está lá fazendo malabarismos para gerenciar tudo isso. O mais interessante é que só uma parte da sua bela arquitetura de 64 bits está realmente ligada à RAM física; o resto está lá para dar suporte a uma infinidade de outras operações e, claro, evitar que um processo dane o espaço de memória do outro. Isso mostra que, entre um malloc e um context switch, sempre tem uma dança acontecendo por trás das cortinas do sistema.
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Drew DeVault
20/10/2018 00:00
Parece que a equipe do Sway tirou uma página do livro do Nerds unidos e fez o que parecia impossível: transformar um projeto secundário em "o compositor de Wayland". Com 8.269 commits, essa versão 1.0-beta.1 não só tira a poeira de problemas da versão 0.15, como entrega um pacote de funcionalidades que até o mais resistente dos devs vai achar útil. O suporte a múltiplas GPUs e os novos recursos para configuração de entradas, como o teclado que você nunca soube que precisava, estão simplesmente no topo da lista dos desejos de quem gosta de brincar de Deus pilhando as configurações do sistema.
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Drew DeVault
19/10/2018 21:00
Então, estamos falando do Sway 1.0-beta.1, que chegou pra fazer a revolução no mundo do Wayland. A equipe realmente se superou, com melhorias que fazem a diferença entre a versão 0.15 e a 1.0 parecerem, como eles mesmos disseram, 'como noite e dia'. Agora, dá pra rodar em múltiplas GPUs e até configurar seu teclado do jeito que você quiser no arquivo de configuração. E quem diria que poderíamos ter múltiplos mouses e cursores? Isso é quase coisa de Harry Potter em um ambiente de desenvolvimento.
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Drew DeVault
08/10/2018 00:00
O autor começa com um relato que muitos devs podem reconhecer: a frustração com o GOPATH. "GOPATH cruzou a linha" e, para um novato, isso pode ser tão ameaçador quanto encontrar um bug no código de produção. No entanto, com a chegada do Go 1.11, a vida ficou mais fácil e agora é possível usar módulos sem dor de cabeça. É interessante ver como a simplicidade e a robustez da linguagem estão chamando a atenção de quem estava hesitante, tornando a experiência de codificação mais agradável.
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Drew DeVault
07/10/2018 21:00
O autor finalmente encontrou a paz ao aprender Go com a chegada da versão 1.11, que resolveu o famigerado problema do GOPATH. Agora, ele pode focar nos projetos sem que a linguagem se intrometa no sistema como um dev tentando organizar o ambiente de trabalho. E a simplicidade do Go, combinada com sua excelente biblioteca padrão e modelo de concorrência, promete um futuro brilhante. É como se o Go tivesse feito um upgrade sem precisar de um repositório do GitHub para isso.
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Drew DeVault
05/10/2018 00:00
Assinar um Contributor License Agreement (CLA) é como dar um CTRL+C no seu legado antes de enviar um patch: o projeto pode reverter sua contribuição para um futuro fechado baseado em um café com segurança em vez de liberdade. O texto menciona que um CLA "substitui a gratidão por uma tentativa de enfraquecer essas liberdades". Com histórias como a da Redis Labs em mente, é melhor manter a integridade do seu código e ficar longe desses contratos questionáveis. Se você quer que sua contribuição esteja em um projeto open source, a única coisa que você realmente deveria assinar é o compromisso com sua comunidade, não um acordo que pode voltar contra você.
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Drew DeVault
04/10/2018 21:00
Assinar um Contributor License Agreement (CLA) pode ser uma armadilha para quem contribui para projetos open source. O texto fala que "um CLA é um chute nas contribuições de boa-fé do contribuinte", o que é uma forma direta de descrever como esse tipo de acordo pode abrir brechas para que os mantenedores relicensem seu trabalho sob termos mais restritivos. Se você quer que seu código continue livre, é melhor evitar essa assinatura e, se necessário, forkear o projeto. Afinal, manter a essência do open source é como garantir que a força esteja sempre com você, e não no lado oscuro.
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Drew DeVault
30/09/2018 00:00
Parece que o XDC 2018 foi um verdadeiro campo de batalha para os desenvolvedores de wlroots, onde a troca de conhecimento rolou solta. O autor teve a chance de interagir com grandes nomes da comunidade e até descobriu bugs em seu código DRM, o que é um sonho dev se transformar em uma oportunidade de melhoria. E vamos combinar, quem não ficaria empolgado ao falar sobre o design dos GPUs da Intel? Isso é como entender a arquitetura da Millennium Falcon, só que nós estamos falando de drivers gráficos. Por fim, a discussão sobre a nova plataforma de CI da Intel mostra que temos um futuro mais estável pela frente, desde que a gente tome algumas notas durante as palestras, claro.
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Drew DeVault
29/09/2018 21:00
Finalmente, um relato do XDC 2018 que mistura muita troca de ideias entre pessoas que realmente fazem acontecer o wlroots e o Sway. "wlroots foi um dos softwares mais importantes representados no XDC", e, pelo que parece, as conversas sobre as falhas no código DRM foram bem produtivas. O destaque das apresentações parece ter sido a introdução ao design das GPUs da Intel, o que é sempre fascinante, considerando que muitos de nós ainda temos pesadelos com drivers. E claro, sempre bom ver que a galera da Nvidia ainda é cordial, mesmo quando a conversa é sobre seu envolvimento com open source, ou a falta dele.
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Drew DeVault
10/09/2018 00:00
Se você ainda não deu uma chance ao qemu, está perdendo a oportunidade de usar o canivete suíço da virtualização. Como o autor diz, "qemu é rápido, portátil, melhor suportado" – e isso vale mais do que um troféu de programação. É verdade que a infinidade de opções pode ser um labirinto, mas, convenhamos, qual dev não ama um bom desafio? Vamos lá, pegue seu Alpine Linux e se jogue nessa jornada virtual; sua máquina virtual vai agradecer.
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Drew DeVault
09/09/2018 21:00
Se você está perdido entre hypervisores como VirtualBox e VMWare, a resposta é simples: qemu. O autor diz que "não há desculpa para usar qualquer coisa além do qemu" e, honestamente, ele não está errado. É como ter um canivete suíço em vez de uma faca de manteiga – pode ser um pouco complicado no início, mas vale a pena. E convenhamos, quem não quer um hypervisor que parece ser capaz de fazer mais malabarismos do que um desenvolvedor de JavaScript em um hackathon?
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Drew DeVault
04/09/2018 00:00
Dá até uma nostalgia ver como a web se transformou em um festival de anúncios e carregar JavaScript que mais parece um dragão em um jogo de RPG: cheio de efeitos mas pesado demais. O autor comenta que um artigo do New York Times gasta 2.8 MB com 748 requisições para ser exibido, "a página abre com um anúncio de 281 pixels de altura, antes mesmo do título do artigo". Ele propõe um remédio bem direto: "usar pouco ou nenhum JavaScript" e otimizar imagens. Resumindo, menos é mais – uma filosofia que devia valer não só para a programação mas para a vida também.
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Drew DeVault
03/09/2018 21:00
Quando o conteúdo de um artigo pesa menos que o banner do Ads, sabemos que temos um problema. Como o autor demonstra, confiar no JavaScript e em imagens pesadas é como tentar rodar um jogo 3D em um Raspberry Pi sem otimizações. Usar apenas o essencial, como sugerido, parece ser a melhor saída para sites mais rápidos e menos irritantes. O sr.ht está mostrando que dá para viver sem esse peso todo – e, sinceramente, todos nós merecemos uma navegação mais leve.
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Drew DeVault
26/08/2018 00:00
Este artigo aborda um tema que muitos desenvolvedores já tentaram explorar: como fazer sua própria transmissão de vídeo ao vivo sem depender dos gigantes do streaming. Aqui, o autor utiliza o ffmpeg, um verdadeiro canivete suíço para A/V. A parte do "-codec:v libx264" faz você se sentir quase como um sorcerer invocando feitiços de compatibilidade para agradar os navegadores, que são tão exigentes quanto um chef gourmet. Apesar de não entrar em detalhes sobre como preparar o vídeo antes de chegar ao ffmpeg, a simplicidade do guia pode ser um bom ponto de partida para quem está pensando em desbravar o reino das transmissões ao vivo.
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Drew DeVault
25/08/2018 21:00
Construir um serviço de streaming de vídeo próprio é como montar uma rede de computadores nos anos 90: emocionante e um pouco desafiador. Essa abordagem com o ffmpeg é perfeita para quem quer sair da sombra das plataformas comuns. A dica de usar DASH para otimizar a compatibilidade com navegadores é um toque de mestre, já que sabemos que cada browser tem suas manias. E quem nunca enfrentou a luta do 'finicky browser', não é mesmo?
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Drew DeVault
22/08/2018 00:00
O título pode soar alarmista, mas não dá para ignorar a preocupação. A Commons Clause, proposta que busca monetizar projetos open source, pode transformar tudo em software proprietário, o que definitivamente não é a ideia de liberdade que o open source defende. Como mencionado, "se adotada por todos os projetos open source, eles deixariam de ser open source". Precisamos conversar sobre alternativas que mantenham a essência do open source sem sucumbir às armadilhas do lucro a qualquer custo. O crescimento no apoio à cultura open source deve vir de uma mudança de mentalidade, e não da transformação de nossos projetos em cash cows.
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Drew DeVault
21/08/2018 21:00
O título pode parecer alarmista, mas há uma pitada de verdade nele. A implementação da Commons Clause poderia transformá-la em uma bomba ativada que dizima a filosofia do open source. Como mencionado, "se a Commons clause fosse adotada por todos os projetos de open source, eles deixariam de ser open source". Em vez de buscar soluções que valorizem e sustentem desenvolvedores, a Commons Clause se aproveita da vulnerabilidade deles, transformando projetos abertos em proprietários. É um caminho trágico que precisamos evitar; devemos focar em alternativas mais saudáveis de financiamento, não em sabotar o que já temos.
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Drew DeVault
08/08/2018 00:00
Quando alguém diz que uma ferramenta que promete segurança não é realmente confiável, eu sinto que é hora de entrar no modo crítico. O autor destaca que "promessas de segurança sem explicar os trade-offs são antiéticas", e isso é um ponto válido. Em um mundo onde até as mensagens mais sutis podem ser interceptadas, confiar em um aplicativo que depende de serviços como o Google Play é como confiar no Darth Vader para te proteger de um ataque rebelde. Embora o Signal seja uma boa opção de código aberto, a comunicação segura realmente precisa ser mais que uma mera troca de mensagens. Afinal, se o produto diz que é seguro, ele deve agir como tal, e não deixar os usuário na incerteza.