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Drew DeVault
04/02/2019 23:00
Participar do FOSDEM pela primeira vez parece ser como iniciar um novo projeto open-source: cheio de empolgação e um pouco de caos. O autor menciona a 'incrível correria' durante o evento, o que é muito comum em conferências, onde tentar acompanhar tudo pode ser tão desafiador quanto debugar um código complexo. Voluntariar-se também adiciona um layer extra de experiência, quase como uma função assíncrona que, quando chamada, traz novas oportunidades. Para quem curte o universo do software livre, cada encontro e palestra parece ser uma chance de otimizar o próprio conhecimento e fazer networking – a receita perfeita para um dev que não sabe quando parar de code review.
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Drew DeVault
30/01/2019 01:00
David Lord, um dos mantenedores do Flask, perguntou sobre o sr.ht e como é construído com Flask, e o autor aproveitou para explicar seu raciocínio. Parece que ele tem um vínculo forte com o Flask, já que tem um histórico de pelo menos 15 aplicações usando o framework. Ele elogia a flexibilidade do Flask em comparação com frameworks mais pesados como Django, destacando que "se receber toda a pia da cozinha, eu gostaria de mudar alguns detalhes". No final das contas, ele encontrou um jeito eficaz de unir mini-serviços com uma arquitetura que permite que os usuários escolham apenas o que precisam, e ainda assim, há espaço para suas críticas construtivas sobre a configuração do Flask.
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Drew DeVault
29/01/2019 23:00
David Lord compartilha sua experiência com Flask, destacando que essa simplicidade e flexibilidade o atraem de volta repetidamente. Ele explica que, ao contrário de frameworks como Django, que vêm com o famoso "kitchen sink", Flask oferece apenas o básico, permitindo um desenvolvimento mais customizado. Com isso, ele pôde criar módulos que atendem às necessidades específicas do sr.ht sem o peso desnecessário de funcionalidades extras. Porém, ele também é honesto sobre algumas limitações, como o suporte ao jinja2 e a falta de integração mais robusta, mostrando que até os devs mais experientes têm suas queixas.
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Drew DeVault
23/01/2019 01:00
Usar um laptop como o Thinkpad X200 de 11 anos é como jogar D&D com dados de papelão: pode parecer antiquado, mas ainda dá conta do recado. O autor menciona como seu antigo laptop o ajuda a "empatia com usuários que não têm hardware de ponta". E convenhamos, quem precisa de um supercomputador para rodar planilhas ou ver vídeos? O que vale são as preferências pessoais e, claro, a compatibilidade do hardware com sistemas operacionais bons como o Linux. No fim das contas, às vezes menos é mais, especialmente quando o menor custo ainda entrega quase 5 bilhões de operações por segundo.
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Drew DeVault
22/01/2019 23:00
Usar hardware antigo é quase como aquele culto geek que defende que o console velhinho é mais divertido que o último lançamento. O autor mostra como seu Thinkpad X200, com 11 anos de idade, ainda dá conta do recado, com total suporte no Linux e uma performance que, para muitos, é mais do que suficiente. Ele destaca uma verdade importante: "muitos usuários não podem pagar por hardware de ponta" e que, sim, é possível empatia de verdade ao experimentar limitações. No fim das contas, a tecnologia deve se adaptar ao usuário, e não o contrário. Isso nos faz lembrar que nem todo superpoder precisa de uma armadura de alta tecnologia.
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Drew DeVault
15/01/2019 01:00
Parece que temos um grande passo na direção da liberdade de software. Como o autor menciona, ele vai "trabalhar em software livre em tempo integral", e é sempre animador ver pessoas se dedicando a isso. No entanto, ele é bem realista ao dizer que "minha renda vai ser negativa por um tempo". A gente sabe que viver de código aberto é como ir ao último nível de um jogo difícil: pode ser desafiador, mas quando dá certo, a recompensa é incrível. Vamos ficar de olho no que vem por aí, principalmente no sr.ht e no Alpine Linux.
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Drew DeVault
14/01/2019 23:00
Parece que temos um novo paladino do software livre em cena, e ele está pronto para se dedicar de corpo e alma a projetos incríveis como sway e sr.ht. A ideia de dar esse salto em direção ao trabalho full-time em código aberto é refrescante, especialmente em um mundo onde a monetização é quase um requisito universal. O desafio do financiamento é real, mas a paixão e o comprometimento desse dev podem ser o combustível necessário para manter a chama acesa. Resta agora torcer para que essa empreitada traga os frutos esperados e que a inovação aconteça a passos largos como prometido.
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Drew DeVault
13/01/2019 01:00
No post de hoje, o criador do sr.ht fala sobre a importância de backups e redundância, que são como as vidas extras nos games: você gostaria de ter, mas nem todos os serviços fazem essa lição de casa. Ele destaca que, enquanto algumas informações são mantidas em disco com redundância – olá, PostgreSQL e repositórios Git – outras são apenas efêmeras, como aquelas piadas ruins que você faz no chat. E, claro, ZFS e suas snapshots a cada 15 minutos são o verdadeiro MVP aqui, garantindo que mesmo o "oh não, deletei alguma coisa" não seja o fim do mundo. No geral, o post é um lembrete de que, em tecnologia, a preparação é tudo.
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Drew DeVault
12/01/2019 23:00
O sr.ht está realmente se esforçando para garantir a integridade dos dados dos usuários, algo que deve ser elogiado. O autor enfatiza que, "outages são okay - desde que, quando o serviço for restaurado, tudo ainda esteja lá". Isso é essencial em um mundo onde a perda de dados pode estourar a cabeça de qualquer dev. A estratégia de backups usando ZFS e a arquitetura redundante para PostgreSQL são escolhas bem informadas, mesmo que ainda estejam na fase alfa. O importante é saber que, mesmo com as falhas, o foco em não perder nenhum byte é um comprometimento que poucos serviços oferecem.
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Drew DeVault
01/01/2019 01:00
Começar o ano refletindo sobre a comunidade open source é sempre uma jogada inteligente. Como o autor lembra, "Free software is not theirs - it’s ours", o que nos incentiva a assumir a responsabilidade por melhorar os projetos. Se algo não está funcionando e você está de olho em uma nova feature, por que não dar uma contribuição? Afinal, mexer no código legado pode ser como fazer malabarismo com espaguete—pode parecer complicado, mas é totalmente viável. Agora, para aqueles que acham que só usuários têm direitos sobre software livre, lembrem-se: "you’re not entitled to anything other than the rights laid out in the license".
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Drew DeVault
31/12/2018 23:00
Começar o ano refletindo sobre a comunidade de código aberto é sempre interessante. O autor lembra que projetos como Linux e Firefox não pertencem a ninguém em particular, mas a todos nós. Isso tem um peso: somos capazes de modificar e melhorar o que usamos, mas também devemos assumir a responsabilidade por isso. No fundo, é como tentar resolver um bug em um código legado, a responsabilidade é sua – então, bora pegar esse spaghetti e fazer um refatoramento decente?
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Drew DeVault
28/12/2018 01:00
Pelo que parece, Simon Ser está fazendo um trabalho interessante com o projeto mrsh, que é uma implementação de shell estritamente POSIX. A abordagem de usar um parser de descida recursiva para gerar uma AST é uma jogada esperta, mantendo as coisas simples e sem depender de ferramentas complexas como flex ou bison. E, como mencionado, performance não é tão crítica para scripts de shell; é quase como otimizar uma página de HTML que nunca será visitada. Além disso, ter essa interface pública da libmrsh abre um leque de possibilidades, e não, não estou falando do Super Mario, mas de editores de texto e linters.
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Drew DeVault
27/12/2018 23:00
O projeto mrsh, que está em desenvolvimento, traz uma implementação POSIX de shell, interessante para quem curte detalhes técnicos. O uso de um parser de descida recursiva para gerar uma árvore de sintaxe abstrata é uma escolha inteligente para evitar dependências desnecessárias. Como o texto menciona, "a performance não é crítica para parsing de scripts shell", o que faz todo sentido. Além disso, a possibilidade de usar o AST para diversas aplicações, como editores de texto e linters, mostra a versatilidade da libmrsh.
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Drew DeVault
20/12/2018 01:00
O HiFive Unleashed finalmente chegou, e o autor não poderia estar mais animado. Com "RISC-V é uma arquitetura de conjunto de instruções open-source e sem royalties", este é um passo importante para democratizar o acesso a novas arquiteturas. O processo de portabilidade envolve alguns desafios, especialmente com a libc do Alpine, que ainda está em desenvolvimento, mas é bom ver que "vários patches" foram aplicados para corrigir problemas. No final das contas, a comunidade vai sair ganhando com um pouco mais de diversidade no ecossistema Linux.
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Drew DeVault
19/12/2018 23:00
Receber um HiFive Unleashed deve ser como abrir um presente de aniversário atrasado, só que em vez de um brinquedo, você ganha um baita projeto de portabilidade. RISC-V está se mostrando uma arquitetura aberta e cheia de potencial, e o port para o Alpine Linux pode realmente acelerar a adoção dessa tecnologia. Como o autor mencionou, a questão do 'bootstrapping' é crucial e requer disciplina, mas no final, ter um sistema auto-hospedado é o sonho de qualquer dev. Afinal, quem não gostaria de compilar o seu próprio SO em uma mesa de jantar?
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Drew DeVault
04/12/2018 01:00
Abandonar um projeto de software livre pode ser tão desanimador quanto fazer merge em uma branch cheia de conflitos. O autor sugere duas formas de encerrar: a opção 'fork it', que é como dar Ctrl+Z na sua vida de mantenedor, e a opção 'hand-off', que exige um pouco mais de paciência, mas é como fazer o onboarding de novos devs. O pessoal precisa entender que manter código aberto é voluntário e que os mantenedores têm o direito de se afastar sem culpa. Afinal, quem nunca sonhou em escrever apenas código que ama, sem a pressão de manter um repositório?
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Drew DeVault
03/12/2018 23:00
Abandonar um projeto de software livre é uma daquelas tarefas que fazem você se sentir como um dev que desistiu de um código legado. O autor menciona que "manter software livre e aberto é muitas vezes uma tarefa árdua e ingrata", e isso é bem real. A abordagem de "fork it" pode ser um jeito rápido de se desvincular, mas pode deixar uma galera na mão; por outro lado, o método da transferência requer paciência e mais carinho, o que pode ser mais saudável para a comunidade. No fim das contas, não existe fórmula mágica, mas a comunicação clara é sempre um bom primeiro passo.
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Drew DeVault
15/11/2018 01:00
Parece que o mundo dos repositórios está prestes a ganhar um trunfo interessante com a abertura do sr.ht. Com um design modular que favorece a interoperabilidade, ele se destaca por ser 100% open source, ao contrário de concorrentes como GitHub e GitLab. É como se o sr.ht tivesse dito: 'Vamos fazer diferente e melhor', abraçando até mesmo o fluxo de trabalho baseado em e-mail que muitos hackers adoram. Para aqueles que preferem um pouco de liberdade e flexibilidade nas suas ferramentas, vale a pena conferir essa forja.
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Drew DeVault
14/11/2018 23:00
A abertura do sr.ht ao público é uma boa notícia para a comunidade de software livre. Eles estão propondo um modelo que foge do básico que estamos acostumados a ver em plataformas como GitHub e GitLab, apostando em uma abordagem mais modular e flexível. O foco na interoperabilidade, junto com um design leve e sem tracking, parece ser um verdadeiro sonho para quem odeia aqueles sites pesados com mil scripts. Se você é um desenvolvedor que busca alternativas mais abertas e que realmente entendem a essência do que é trabalhar com código, vale a pena dar uma olhada no que o sr.ht tem a oferecer.
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Drew DeVault
30/10/2018 00:00
O uso da Commons Clause é como colocar uma máscara de Halloween em um zumbi da programação: pode até parecer interessante, mas no fundo é só engano. A autora critica como esse 'adendo' distorce a noção de software livre, afirmando que empresas estão vendendo gato por lebre, ou melhor, software não livre como se fosse open source. A honestidade é fundamental na comunidade de desenvolvimento, e fingir que seu software é algo que não é, é definitivamente algo que a gente não tolera, como slow internet em dia de deploy.