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Drew DeVault
14/03/2019 21:00
Parece que o tempo é um aliado nesse projeto de FOSS, com o autor mencionando que "minha lista de tarefas está sendo completada a um ritmo que nunca vi antes". A liberação do Sway 1.0 é um marco, mas o que realmente impressiona é a integração do wlroots com o Godot, criando um compositor VR. E quem diria que até um teclado virtual teria melhorias? Afinal, tocar para codar é um clássico, mas ter um OSK que se adapta é o sonho.
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Drew DeVault
11/03/2019 00:00
Após 1.315 dias de trabalho duro, o sway 1.0 finalmente chegou. O projeto, que reescreveu quase todo o desktop Linux, recebeu as contribuições de cerca de 300 desenvolvedores, resultando em mais de 9.000 commits. "Sway 1.0 é a primeira versão estável e representa um ambiente de desktop muito mais capaz e flexível", e isso é algo que quem usou versões antigas vai notar imediatamente. Agora, se você estava preso no passado, prepare-se para uma atualização significativa que também promete impulsionar a padronização e a cooperação entre os projetos do Wayland.
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Drew DeVault
10/03/2019 21:00
Depois de mais de 1.300 dias de dedicação, o sway 1.0 finalmente chega para sacudir o universo Wayland. O projeto, que começou como um simples esforço individual, agora conta com a colaboração de quase 300 desenvolvedores. A nova versão promete um desktop mais estável e poderoso, superando os desafios que faziam do sway 0.15 uma experiência digna de um bug hunt. Com a inclusão de ferramentas como swaylock e grim, parece que a comunidade Linux vai adorar essa atualização.
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Drew DeVault
04/03/2019 00:00
O Sourcehut realmente leva a sério a ideia de que menos é mais, com um design brutalista que privilegia a funcionalidade. Como mencionado, é um 'tool first' que coloca as informações que importam na frente e no centro, ao contrário do que vemos em sites como o GitHub, que pode parecer mais uma vitrine do que uma ferramenta. Essa estratégia é perfeita para engenheiros que querem resolver problemas e não se perder em formas coloridas ou anúncios. Uma abordagem refrescante que faz você se perguntar: por que não pensei nisso antes?
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Drew DeVault
03/03/2019 21:00
O Sourcehut adota um design brutalista bem interessante, priorizando a funcionalidade em vez de floreios estéticos. Como o texto destaca, "é um ferramenta de engenharia antes de tudo", o que significa que o que você realmente precisa deve estar sempre em destaque, sem distrações desnecessárias. É uma abordagem refrescante, especialmente quando comparada a serviços como GitHub, que parece ter uma competição de quem consegue colorir mais as suas páginas. O foco aqui é no que importa: o código. Design minimalista é vida, ainda mais quando se trata de produtividade.
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Antirez (Salvatore Sanfilippo)
25/02/2019 14:17
Parabéns ao Redis pelos seus 10 anos. Agora, ele ganha de presente uma implementação do protocolo Gopher, que, convenhamos, é uma viagem no tempo ao conectar com os dias das BBS. "A coisa é que há realmente uma comunidade ativa em torno do Gopher", e essa é a alma da proposta: um espaço livre de poluição digital, onde o foco é o texto. Afinal, não precisamos de 50 arquivos JavaScript só para abrir uma página que deveria ser a leitura do ano.
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Drew DeVault
24/02/2019 21:00
O artigo ressalta o quanto é fácil se perder na superficialidade do git. Começar a escrever boas mensagens de commit é fundamental, e a sugestão de usar um editor de texto ao invés do comando de mensagem direto é um clássico que poucos adotam. Além disso, separar mudanças e garantir que cada commit funcione de forma isolada é como manter uma boa organização em um repositório: não dá pra deixar que o caos tome conta. Afinal, um commit bem feito é como o código em si, precisa ter estrutura e clareza.
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Antirez (Salvatore Sanfilippo)
20/02/2019 09:14
Parece que a comunidade Redis tá dividida sobre as mudanças, especialmente com o RESP3. O usuário mencionado fez um ponto interessante: "[...] algumas mudanças em desenvolvimento" podem complicar a vida nos clientes, o que é quase como transformar um simples app em um microserviço desnecessário. O suporte ao RESP3 até pode simplificar certas coisas, mas sem um real benefício no modelo de persistência ou suporte a múltiplas threads, fica a dúvida se essas prioridades estão bem alinhadas. No fim, mudar algo só por mudar é como tentar otimizar um código que já tá funcionando – é preciso cautela.
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Drew DeVault
09/02/2019 23:00
É sempre bom ver uma análise clara sobre tantos mitos que cercam o Wayland, especialmente quando a comunidade parece mais dividida que os fãs de Star Wars e Star Trek. Por exemplo, a ideia de que "Wayland não é mais seguro" devido a um keylogger ignora que qualquer sistema pode ser comprometido se o atacante já tiver acesso. E essa questão das capturas de tela... Wayland não é o vilão aqui; ele é só conservador em sua abordagem, deixando espaço para extensões. No final, é preciso entender que enquanto Wayland pode não fazer tudo, ele também não é o monstro que muitos pintam.
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Drew DeVault
05/02/2019 01:00
Parece que o FOSDEM foi uma montanha-russa de insights e networking, e quem nunca se sentiu como um dev tentando debugar um código embaralhado em uma conferência? "A minha maior sensação durante o evento foi de um incrível negócio", e com tantas interações, não é de se admirar. O voluntariado é sempre uma jogada esperta – é como mudar a cor da sua camiseta em um game para desbloquear novas habilidades. E, claro, quem não gostaria de dar uma volta em Bruxelas entre uma sessão e outra? Aliás, a combinação de software livre e comida boa é uma receita infalível para novas ideias.
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Drew DeVault
04/02/2019 23:00
Participar do FOSDEM pela primeira vez parece ser como iniciar um novo projeto open-source: cheio de empolgação e um pouco de caos. O autor menciona a 'incrível correria' durante o evento, o que é muito comum em conferências, onde tentar acompanhar tudo pode ser tão desafiador quanto debugar um código complexo. Voluntariar-se também adiciona um layer extra de experiência, quase como uma função assíncrona que, quando chamada, traz novas oportunidades. Para quem curte o universo do software livre, cada encontro e palestra parece ser uma chance de otimizar o próprio conhecimento e fazer networking – a receita perfeita para um dev que não sabe quando parar de code review.
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Drew DeVault
29/01/2019 23:00
David Lord compartilha sua experiência com Flask, destacando que essa simplicidade e flexibilidade o atraem de volta repetidamente. Ele explica que, ao contrário de frameworks como Django, que vêm com o famoso "kitchen sink", Flask oferece apenas o básico, permitindo um desenvolvimento mais customizado. Com isso, ele pôde criar módulos que atendem às necessidades específicas do sr.ht sem o peso desnecessário de funcionalidades extras. Porém, ele também é honesto sobre algumas limitações, como o suporte ao jinja2 e a falta de integração mais robusta, mostrando que até os devs mais experientes têm suas queixas.
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Drew DeVault
23/01/2019 01:00
Usar um laptop como o Thinkpad X200 de 11 anos é como jogar D&D com dados de papelão: pode parecer antiquado, mas ainda dá conta do recado. O autor menciona como seu antigo laptop o ajuda a "empatia com usuários que não têm hardware de ponta". E convenhamos, quem precisa de um supercomputador para rodar planilhas ou ver vídeos? O que vale são as preferências pessoais e, claro, a compatibilidade do hardware com sistemas operacionais bons como o Linux. No fim das contas, às vezes menos é mais, especialmente quando o menor custo ainda entrega quase 5 bilhões de operações por segundo.
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Drew DeVault
22/01/2019 23:00
Usar hardware antigo é quase como aquele culto geek que defende que o console velhinho é mais divertido que o último lançamento. O autor mostra como seu Thinkpad X200, com 11 anos de idade, ainda dá conta do recado, com total suporte no Linux e uma performance que, para muitos, é mais do que suficiente. Ele destaca uma verdade importante: "muitos usuários não podem pagar por hardware de ponta" e que, sim, é possível empatia de verdade ao experimentar limitações. No fim das contas, a tecnologia deve se adaptar ao usuário, e não o contrário. Isso nos faz lembrar que nem todo superpoder precisa de uma armadura de alta tecnologia.
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Drew DeVault
15/01/2019 01:00
Parece que temos um grande passo na direção da liberdade de software. Como o autor menciona, ele vai "trabalhar em software livre em tempo integral", e é sempre animador ver pessoas se dedicando a isso. No entanto, ele é bem realista ao dizer que "minha renda vai ser negativa por um tempo". A gente sabe que viver de código aberto é como ir ao último nível de um jogo difícil: pode ser desafiador, mas quando dá certo, a recompensa é incrível. Vamos ficar de olho no que vem por aí, principalmente no sr.ht e no Alpine Linux.
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Drew DeVault
14/01/2019 23:00
Parece que temos um novo paladino do software livre em cena, e ele está pronto para se dedicar de corpo e alma a projetos incríveis como sway e sr.ht. A ideia de dar esse salto em direção ao trabalho full-time em código aberto é refrescante, especialmente em um mundo onde a monetização é quase um requisito universal. O desafio do financiamento é real, mas a paixão e o comprometimento desse dev podem ser o combustível necessário para manter a chama acesa. Resta agora torcer para que essa empreitada traga os frutos esperados e que a inovação aconteça a passos largos como prometido.
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Drew DeVault
01/01/2019 01:00
Começar o ano refletindo sobre a comunidade open source é sempre uma jogada inteligente. Como o autor lembra, "Free software is not theirs - it’s ours", o que nos incentiva a assumir a responsabilidade por melhorar os projetos. Se algo não está funcionando e você está de olho em uma nova feature, por que não dar uma contribuição? Afinal, mexer no código legado pode ser como fazer malabarismo com espaguete—pode parecer complicado, mas é totalmente viável. Agora, para aqueles que acham que só usuários têm direitos sobre software livre, lembrem-se: "you’re not entitled to anything other than the rights laid out in the license".
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Drew DeVault
31/12/2018 23:00
Começar o ano refletindo sobre a comunidade de código aberto é sempre interessante. O autor lembra que projetos como Linux e Firefox não pertencem a ninguém em particular, mas a todos nós. Isso tem um peso: somos capazes de modificar e melhorar o que usamos, mas também devemos assumir a responsabilidade por isso. No fundo, é como tentar resolver um bug em um código legado, a responsabilidade é sua – então, bora pegar esse spaghetti e fazer um refatoramento decente?
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Drew DeVault
28/12/2018 01:00
Pelo que parece, Simon Ser está fazendo um trabalho interessante com o projeto mrsh, que é uma implementação de shell estritamente POSIX. A abordagem de usar um parser de descida recursiva para gerar uma AST é uma jogada esperta, mantendo as coisas simples e sem depender de ferramentas complexas como flex ou bison. E, como mencionado, performance não é tão crítica para scripts de shell; é quase como otimizar uma página de HTML que nunca será visitada. Além disso, ter essa interface pública da libmrsh abre um leque de possibilidades, e não, não estou falando do Super Mario, mas de editores de texto e linters.
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Drew DeVault
27/12/2018 23:00
O projeto mrsh, que está em desenvolvimento, traz uma implementação POSIX de shell, interessante para quem curte detalhes técnicos. O uso de um parser de descida recursiva para gerar uma árvore de sintaxe abstrata é uma escolha inteligente para evitar dependências desnecessárias. Como o texto menciona, "a performance não é crítica para parsing de scripts shell", o que faz todo sentido. Além disso, a possibilidade de usar o AST para diversas aplicações, como editores de texto e linters, mostra a versatilidade da libmrsh.