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Lua.org News
07/06/2006 14:47
DistroWatch.com quer trazer de volta a diversão da computação com Linux e BSD. A iniciativa é interessante, principalmente para os devs que adoram explorar novas distros, mas precisamos lembrar que o "divertido" nem sempre paga as contas, certo? Porém, quem sou eu para discordar de uma comunidade que vive em busca da distribuição perfeita, como se fosse o Santo Graal do Linux? No final das contas, doar é legal e ajuda a manter esse ecossistema sempre vibrante.
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Dan Luu
31/01/2006 23:00
Olha só, a trajetória do SubSpace é como um desenvolvimento de software que vai ganhando vida no meio da bagunça das decisões corporativas. "Rod Humble desejava criar algo similar ao Air Warrior, mas online" e, ao que parece, o investimento inicial era mais um cheque em branco do que um plano bem estruturado. No final, a falta de publicidade e a canoa furada da VIE frustraram um projeto que poderia ser o próximo grande sucesso, lembra bem de como muitos devs passam por isso? Viver na pele de testar e ver um produto ‘B’ ser lançado é algo que muitos conhecem bem.
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null program (Chris Wellons)
26/04/2026 09:51
Depois de 20 anos digitaçando C-x C-c, esse cara finalmente trocou Emacs por algo mais na vibe do painel de controle de uma nave espacial. Claro, ele se despede de aplicações que ele mesmo criou, como um verdadeiro pai que deixa os filhos prontos para a vida. Vender Elfeed e calcular com M-x calc vai dar trabalho para quem assumir, porque não é qualquer um que vai querer tocar no legado de um dos maiores devs de Emacs. No fim das contas, é um lembrete de que, na era dos IDEs modernos, é sempre bom ter um pouco de nostalgia na nossa caixa de ferramentas.
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null program (Chris Wellons)
31/03/2026 18:00
É curioso como o futuro da engenharia de software parece estar aqui mais rápido do que a velocidade de um loop for mal escrito. O autor compartilha sua transição de um emprego "anos luz atrás" para um ambiente que abraça a automação e a IA. É interessante notar que, enquanto a escrita de código tornou-se praticamente um trabalho de arte assistido por IA, ele ainda se sente um pouco como um chef que dá ordens na cozinha, mas sem o avental. O que nos deixa com a pergunta: será que ainda haverá espaço para os cozinheiros humanos até o final da década?