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Drew DeVault
28/05/2018 21:00
Hoje, temos a introdução do koio, uma ferramenta que permite embutir arquivos dentro de um programa em C de uma maneira bem estilosa. Basicamente, ela cria um shim de fopen que verifica uma lista de arquivos incorporados antes de acessar o sistema de arquivos. É como um sistema de arquivos virtual que economiza o trabalho de carregar tudo de um canto para outro. Se você está fazendo algo como o chopsui e quer manter suas dependências organizadas, essa pode ser a sua solução para evitar confusões. Simples e leve, com apenas 312 linhas de C - bem no espírito do código que você pode incorporar e usar sem dor de cabeça.
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Drew DeVault
27/05/2018 00:00
Olhando para trás, a decisão de criar o wlroots como uma substituição para o wlc parece mais lógica do que tentar consertar um carro que já estava precisando de uma reforma completa. O autor menciona que, mesmo com algumas melhorias feitas no wlc, suas limitações começaram a se tornar um fardo em projetos como o Sway. A escolha de começar do zero, apesar do risco, pode trazer um ecossistema Wayland mais robusto e modular, permitindo que funções específicas sejam mais facilmente trabalhadas, como dizer que você pode atualizar seu plugin do navegador sem precisar reinstalar todo o sistema operacional.
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Drew DeVault
26/05/2018 21:00
A equipe por trás do Sway decidiu que era hora de substituir o wlc por uma nova biblioteca chamada wlroots. Ao longo do tempo, ficou claro que o wlc estava mais travando do que ajudando, com bugs que refletiam limitações antigas e, segundo o autor, "decidimos que começaríamos a desenvolver uma biblioteca independente para substituir o wlc". Imaginem só, o dev que escolheu o wlc na esperança da facilidade de depuração agora se vê construindo um novo futuro para o Wayland. Um jeito de tornar o ecossistema ainda mais diverso e interessante para nós, devs.
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Drew DeVault
13/05/2018 00:00
Finalmente, um gerador de man pages que não faz a gente se sentir como se estivesse Kelvin na era medieval. Segundo o autor, scdoc é inspirado no Markdown, mas não se engane, ele não é Markdown, porque queremos man pages, não páginas de HTML de sites de gato. Com menos de 1.000 linhas de código C95 e compatibilidade UTF-8, parece que esse gerador é o sonho realizado dos devs que sempre sonharam em não sofrer mais com ferramentas burocráticas. Um brinde à simplicidade, e quem sabe até ao Unicode!
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Drew DeVault
12/05/2018 21:00
O scdoc é a resposta para quem estava cansado de geradores de man pages cheios de dependências ou que complicam mais do que ajudam. Ele traz uma sintaxe inspirada no Markdown, mas sem as armadilhas de ser focado em HTML. Com menos de 1.000 linhas de código C e foco exclusivo em man pages, é quase como se alguém decidisse criar um super-herói das documentações. Enquanto algumas opções do passado podem ter deixado um gosto amargo, o scdoc promete uma experiência mais suave e leve.
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Drew DeVault
04/05/2018 00:00
Olha, redirecionar o stderr de um processo em execução pode parecer coisa de geek do nível do Neo no Matrix, mas é mais simples do que parece. O autor descreveu um método usando o gdb para "anexar ao processo em execução" e redirecionar a saída de erro para um arquivo. A mágica acontece quando você executa o código C pelo gdb para conectar o stderr a um novo arquivo. Essa abordagem é bem criativa e mostra como às vezes é melhor hackear a solução ao invés de seguir fórmulas tradicionais. No fim das contas, é tudo sobre saber usar as ferramentas certas e, claro, ter um pouco de coragem para experimentar.
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Drew DeVault
03/05/2018 21:00
A solução do Roman Gilg para redirecionar o stderr é um belo exemplo de gdb em ação. Ele mostra que, com um pouco de criatividade e o comando certo, você pode transformar uma dor de cabeça em um simples redirecionamento de fluxo. "Compile code -- dup2(open("/tmp/log", 65), 2)" pode parecer um feitiço de uma escola de magia, mas na verdade é só a magia da programação. Para quem gosta de gdb, uma dica: não use isso em ambientes de produção sem pensar duas vezes; o bacon só pode esperar se o seu app não estiver derrapando.
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Drew DeVault
03/05/2018 00:00
Parece que Google está adotando a velha tática de "abraçar, estender e apagar" da Microsoft, só que com seu próprio toque criativo. A atualização do Gmail com e-mails que se auto-destroem soa mais como uma mágica em um filme de ficção científica do que uma solução prática. E o AMP, ah, o AMP... um verdadeiro exemplo de como ‘abraçar’ a web só para puxar o tapete de quem não se alinha ao jogo deles. No fundo, eles estão mais para chefes de nível final, controlando o mapa de jogo do que para jogadores justos da tecnologia.
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Drew DeVault
02/05/2018 21:00
A velha máxima da Microsoft, "abraçar, estender e extinguir", parece ganhar uma nova roupagem com o Google na jogada. Eles estão inovando, mas será que por trás do glamour dos novos recursos do Gmail, como os "emails autodestrutivos", não está apenas mais uma forma de controle? "Extinguindo" a concorrência com filtros de spam severos e ignorando padrões abertos, Google parece mais um artista de mágica que quer esconder suas cartas. E quanto ao AMP? Um verdadeiro festival de como fazer parecer que você está no controle, enquanto na verdade está puxando as cordas dos resultados de busca.
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Drew DeVault
28/04/2018 00:00
Parece que as coisas estão esquentando entre o Sway e o KDE, como um código livre numa manhã de debugs. O autor compartilha que eles discutiram a interoperabilidade e revisaram o protocolo wlroots para melhorar a integração do desktop Linux. Isso significa que a união faz a força, e até usuários que curtem mais o KDE sem o Sway vão sentir as melhorias na base de código do Plasma. No fim, a mudança para o Wayland pode não ser tão dolorosa quanto o JavaScript em um bom dia de programação.
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Drew DeVault
27/04/2018 21:00
Pelo que parece, a semana em Berlim foi mais produtiva do que debugando em uma sexta-feira à noite. O foco na interoperabilidade entre Sway e KDE mostra que, apesar das diferenças, a comunidade Linux está cada vez mais unida. Com o protocolo wlroots em discussão, fica claro que ambos os lados querem tirar um pouco da bagunça que o xdg-shell se tornou, principalmente para melhorar a experiência do usuário. Afinal, quem não sonha em ter um desktop Linux sem hacks malucos no meio?
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Drew DeVault
24/03/2018 00:00
Finalmente, a mídia está colocando o Facebook sob pressão, e não é só a galera que vive em grupos de Telegram que está percebendo, né? O artigo comenta que "o modelo comercial para serviços de internet é inherentemente falho" e isso é uma realidade triste que todos nós, nerds conectados, conhecemos bem. Precisamos de plataformas que alinhem seus incentivos com os nossos, pois depender de empresas que lucram vendendo nossa informação é como aceitar biscoitos de chocolate de um robô, você sabe que tem algo errado. Chegou a hora de descentralizar e buscar opções open source.
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Drew DeVault
23/03/2018 21:00
Finalmente a mídia começou a pegar no pé do Facebook, mas como o texto sugere, a solução não é trocar de bar, e sim desconstruir o próprio conceito de centralização. "O modelo comercial para serviços de internet é inherentemente falho", e isso vale para qualquer plataforma que vive dos nossos dados. A descentralização e o open source precisam ser o caminho, porque só assim nossos interesses ficarão alinhados e não seremos apenas números em um gráfico de lucro.
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Drew DeVault
17/03/2018 00:00
Estamos vivendo uma verdadeira era de ouro do open source, onde a diversidade de ferramentas é espantosa, mas muitos ainda torcem o nariz para desafios desconhecidos. O autor menciona que, mesmo que você veja certas bibliotecas como "estranhas e assustadoras", tudo começa como um mistério, inclusive a própria Sway. Lidar com código desconhecido pode ser intimidador, mas como em todo bom jogo, a prática faz a mestre: use ferramentas como gdb ou gitgrep para desvelar os segredos do seu problema. E não tenha medo de enviar patches; essa é a verdadeira colaboração!
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Drew DeVault
16/03/2018 21:00
Estamos vivendo uma era de ouro do open source, e o autor lembra que essa liberdade também vem com responsabilidade. Ele diz que é mais fácil do que parece se aventurar em repositórios desconhecidos e aproveitar para contribuir. Afinal, "tudo isso é open source" e é incrível como podemos ajustar e melhorar o que usamos. Aquela ideia de que você precisa ser um expert para consertar um bug é, na verdade, um problema de mindset – a prática é o que conta e a curiosidade é a chave. A programação é um pouco como um jogo de RPG: você não precisa ser o nível máximo para começar a explorar novas dungeons.
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Drew DeVault
10/03/2018 00:00
Olha, a disputa entre IRC e Slack é como aquela eterna briga entre Jedi e Sith. O cara aqui claramente prefere a sabedoria clássica do IRC, que é mais como ler a documentação de um protocolo e saber que não vou perder meu bot se mudar de empresa. O passo a passo para o Slack é uma prova de que a simplicidade pode ser enganosa com toda aquela "triunfante" complexidade das APIs. No fim das contas, quem precisa de tantos gateways quando você pode apenas se conectar e ser feliz com texto simples?
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Drew DeVault
09/03/2018 21:00
A comparação entre escrever um bot para Slack e para IRC realmente mostra como a simplicidade do IRC é quase um abraço em comparação com o casulo do Slack. Enquanto você precisa criar um verdadeiro labirinto de aplicativos e servidores para a primeira opção, para o IRC você pode simplesmente ler o RFC 1459 e começar a brincar. Sem falar que, em vez de ter que lidar com autenticação que se sente mais como uma saga de Senhor dos Anéis, você pode ter seu bot rodando em um instante. No fim das contas, quem precisa desse glamour? Menos é mais, e o IRC prova isso.
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Drew DeVault
27/02/2018 21:00
Neste terceiro episódio da saga do compositor Wayland, finalmente começamos a dar vida às janelas. Com a implementação do `wl_compositor`, cada cliente pode alocar `wl_surfaces` recheados de pixels, mas a mágica vem mesmo na hora de renderizar. Como o artigo menciona, "sem adicionar nada, essas janelas nunca serão exibidas na tela" - então, mão na massa, ou melhor, na GPU. Ao contrário de outras bibliotecas, o wlroots deixa você no controle total da renderização, o que é uma benção e uma maldição. Prepare-se para sha256 de gráficos personalizados enquanto codificamos essa lindeza.
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Drew DeVault
24/02/2018 00:00
Este artigo traz uma perspectiva interessante sobre como financiar projetos de software livre. O autor comenta que "doações únicas compram pizza, mas doações recorrentes compram desenvolvimento sustentável do FOSS". E, convenhamos, achar um modelo de financiamento que não dependa de uma única baleia é tão raro quanto encontrar um bug em produção que não cause um desastre. É refrescante ver que, com criatividade e persistência, é possível fazer doações recorrentes funcionarem para apoiar essa causa.
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Drew DeVault
23/02/2018 21:00
É interessante ver que o autor, depois de anos de tentativas frustradas, finalmente conseguiu um modelo de doações recorrentes que permite sustentar seu trabalho em FOSS. "Um dono de pizza se sustenta com doações únicas, mas um trabalhador de software livre precisa de doações recorrentes" é um baita resumo da realidade. A transição de um "pau para toda obra" para algo mais confiável é um passo importante para a comunidade open source. Será que essa tendência vai fazer as empresas olharem com mais carinho para o FOSS?