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Drew DeVault
14/10/2020 21:00
Parece que esse escritor está aproveitando bem a aposentadoria da sua antiga máquina, investindo em uma Mini-ITX nova, que é leve e compacta - o sonho de todo dev que valoriza a mesa livre de cabos. Já nas atualizações, vemos um progresso considerável no API 2.0 do SourceHut, limpando o caminho para um GraphQL mais eficiente. E quem diria que o mundo Gemini estava recebendo tanto amor? Além disso, a nova funcionalidade de geração de gráficos em tempo real é uma adição que pode ser muito útil para monitoramento de desempenho. É isso aí, devs, não deixem seus projetos na geladeira, ainda há muita inovação por vir!
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Drew DeVault
09/10/2020 00:00
Os princípios apresentados vão direto ao ponto da essência de um bom software. Desde a robustez ao garantir que 'tudo que pode dar errado, vai dar errado', até a simplicidade que, convenhamos, é um verdadeiro desafio em um mundo de frameworks e bibliotecas. Saber que mudanças devem ser planejadas e comunicadas, é quase um princípio tenebroso no mundo do desenvolvimento. No final das contas, mais vale um código simples e estável do que um labirinto de complexidade que seria aplaudido em um hackathon, mas que morre na primeira integração.
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Drew DeVault
08/10/2020 21:00
Os quatro princípios da engenharia de software estão mais para verdades universais do que meras sugestões. "Software deve ser robusto e confiável", ou seja, se uma aplicação não consegue lidar com as bordas do cenário do usuário, é como um Jedi sem sabre de luz. E a ideia de que "software deve ser simples" é um mantra que a maioria dos devs ignora até se deparar com um sistema legado, que parece ter sido projetado por um rebelde da força. A simplicidade pode ser a arma mais poderosa numa batalha contra bugs, mas, como todo bom dev sabe, a implementação é a parte mais difícil.
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Drew DeVault
01/10/2020 00:00
Olha, não dá pra negar que o Hacktoberfest está mais parecendo um campo de batalha de código inútil do que uma festa de contribuição. Quando o texto diz que "os contribuintes mais valiosos são motivados internamente para resolver problemas", é a tacada certa, mas parece que o que estamos vendo é só uma festa de spam patrocinada. DigitalOcean e GitHub estão empurrando a responsabilidade pra cima dos mantenedores, como se a limpeza da bagunça fosse um bônus de um jogo de RPG. No fim das contas, isso tudo é marketing, e, honestamente, não precisamos de camisetas pra embalar mais um "contribuição" de bot.
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Drew DeVault
30/09/2020 21:00
Parece que a Hacktoberfest se transformou em um desfile de spam, onde os mantenedores são os verdadeiros ninjas da limpeza. DigitalOcean e GitHub deram uma de 'não é comigo' ao jogar a responsabilidade de lidar com os pull requests botânicos nas costas dos devs, ou seja, tudo para ganhar uma camiseta. O evento já foi mais do que uma jogada de marketing, mas agora parece uma festa onde só 1% dos convidados faz algo realmente útil. A ironia é que o que poderia ajudar o ecossistema open-source são mentorias sólidas, e não essa enxurrada de contribuições de qualidade duvidosa.
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Drew DeVault
25/09/2020 00:00
Hoje, um bug report da Debian trouxe à tona uma situação bem interessante entre musl libc e glibc. O problema surgiu ao alimentar o scdoc com dados suspeitos, resultando em um SIGSEGV. Curiosamente, isso só acontece no glibc, como foi observado no estouro de pilha que "pode" dar um tapa na cara de quem acredita que isalnum poderia causar um segfault. Enquanto a implementação do musl é clara e sem enrolação, a versão do glibc parece mais um labirinto do Minotauro, repleto de macros e camadas de complexidade. No final das contas, fica a lição: simplicidade é tudo, meu jovem padawan.
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Drew DeVault
24/09/2020 21:00
Receber um bug report da Debian gerou uma oportunidade perfeita para comparar musl libc com glibc. Aparentemente, uma segfault no segundo chamado de isalnum foi visto apenas no glibc, o que faz você se perguntar: quem realmente está cuidando da memória aqui? Enquanto musl usa uma implementação simples e eficaz, glibc parece optar por um caminho mais complexo, cheio de macros e definições que podem confundir qualquer um (ou qualquer dev perdido). No final do dia, esse caso nos lembra que a simplicidade muitas vezes reina suprema no mundo do desenvolvimento, mesmo com todas as suas armadilhas.
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Drew DeVault
21/09/2020 00:00
O toque TOFU no Gemini já chegou, e parece que a implementação de um algoritmo de 'trust-on-first-use' é o novo padrão. Com a obrigação de suportar certificados autoassinados, os desenvolvedores precisam estar atentos às nuances dos arquivos known_hosts, assim como os Jedi ficam atentos ao lado sombrio. Como apontado, a lógica por trás da verificação de certificados continua vital e, se você não quiser ver sua conexão desmoronar como uma linha de código mal escrita, vale a pena dar uma olhada nas recomendações. E, claro, não se esqueça de que, em uma situação de confiança desconhecida, a escolha do usuário é crucial - definitivamente não é hora de apertar o botão de pânico sem pensar.
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Drew DeVault
20/09/2020 21:00
O algoritmo TOFU (Trust On First Use) está em alta no mundo do Gemini, e é uma abordagem interessante para lidar com certificados autoassinados. Como mencionado, "os certificados autoassinados são a norma em Geminiland", então garantir que seu cliente suporte isso é essencial para não ficar preso na tela de erro. Implementar a lógica de verificação de certificados detalhada é fundamental, desde a checagem do período de validade até o match do fingerprint. Nada como seguir um protocolo bem definido para evitar surpresas indesejadas – e sim, a vida do dev já tem drama suficiente.
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Drew DeVault
20/09/2020 00:00
A federação aparece como uma solução para alguns problemas sérios da internet, tipo aquela vez que sua mãe pediu para você organizar seus brinquedos. Com servidores pequenos e independentes que usam protocolos padrão para comunicação, a ideia é criar um ambiente onde usuários possam se conectar sem depender de gigantes tech que, convenhamos, às vezes parecem ter mais interesses em lucrar do que em nos servir. Isso também promete um controle descentralizado, onde cada instância pode definir suas próprias regras, colocando o poder nas mãos dos usuários. Mas, cuidado com o hype dos criptoentusiastas; aqui se fala de federação, não de esquemas Ponzi.
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Drew DeVault
19/09/2020 21:00
A federação surge como uma solução possível para os problemas de centralização e controle na comunicação online. Com "servidores controlados por entidades soberanas independentes", essa arquitetura permite que pequenos grupos se conectem e se autogerenciem sem o desgaste de um orçamento estilo megacorp. Além disso, a ideia de permitir que os usuários escolham suas instâncias é uma lufada de ar fresco numa internet dominada pelo marketing e spam. No entanto, fica o alerta sobre as armadilhas do mundo das criptomoedas e o seu conceito de P2P, que não deve ser confundido com federação de verdade.
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Drew DeVault
15/09/2020 00:00
Setembro trouxe um clima ameno e boas novas para o mundo do código. O autor ficou feliz em garantir o Club Mate nos EUA – uma verdadeira conquista para os devs atentos às suas bebidas. O foco agora é o desenvolvimento do SourceHut, com melhorias nas APIs GraphQL e suporte ao OAuth 2.0, algo sempre bem-vindo em qualquer projeto. E, claro, quem diria que teríamos nove implementações do BARE em diferentes linguagens? Isso é como uma festa para os poliglotas da programação. É bom ver o progresso, mesmo que o autor deixe um mistério no ar sobre um projeto secreto. Vamos ficar de olho.
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Drew DeVault
14/09/2020 21:00
Setembro trouxe boas novas para o mundo do software livre, com o autor finalmente conseguindo seu Club Mate nos EUA. A grande jogada foi focar no desenvolvimento do SourceHut, com avanços significativos em APIs GraphQL e OAuth 2.0. Os projetinhos paralelos também estão bombando, com diversas implementações do BARE surgindo em linguagens distintas. Para quem curte um pouco de emoção, vale a pena ficar de olho no post "What’s Cooking", pois o segredo do projeto misterioso pode ser revelado em breve.
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Drew DeVault
02/09/2020 00:00
Acho que todo dev já se viu na situação de ter que entender a beleza do sistema de controle de versão distribuído do Git. Como o texto menciona, cada desenvolvedor possui uma cópia local do repositório e pode trabalhar de forma independente, algo fundamental no desenvolvimento do maior projeto open-source do mundo, que é o Linux. A diversidade de mantenedores e repositórios, como no caso dos drivers DRM, mostra o quão frágil e flexível é essa teia de colaboração. No final, cada patch pode ser como um item em uma quest no GitHub: é preciso coordenar tudo para que o projeto final funcione sem bugs.
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Drew DeVault
02/09/2020 00:00
Falar sobre o desenvolvimento distribuído do Linux é quase como explicar a mecânica quântica: parece simples, mas há uma complexidade incrível no fundo. O texto destaca como cada desenvolvedor tem "uma cópia local completa do repositório", permitindo trabalhar offline, ao contrário do SVN. É interessante notar como as contribuições são organizadas por grupos de mantenedores, mas, como em toda grande equipe de devs, surgem similaridades, como o uso de listas de e-mail compartilhadas. No fim das contas, desenvolver para o Linux é como um grande jogo multiplayer onde cada um tem seu próprio servidor, mas ainda assim todos precisam se manter conectados e coordenados.
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Drew DeVault
01/09/2020 21:00
O texto destaca como o Linux é um grande laboratório de distribuição, algo que os usuários do git sabem muito bem. Cada desenvolvedor possui uma cópia local completa do repositório, permitindo que trabalhem offline, ao contrário de sistemas como SVN. A complexidade do ecossistema do Linux reflete essa natureza distribuída, com múltiplos mantenedores e repositórios compartilhados, como visto nos drivers do DRM. E lembre-se, mesmo entre os desenvolvedores mais organizados, sempre pode haver um que ainda acha que o Mercurial é uma boa ideia.
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Drew DeVault
27/08/2020 00:00
Olha, a Microsoft realmente tem um jeito peculiar de "embrace, extend, extinguish". Ao invés de usar email, que foi projetado para o git, preferiram criar seus próprios mecanismos, como o "pull request". Isso só deixa os desenvolvedores navegando em um ecossistema fechado, enquanto eles tentam conquistar o mundo do código aberto com um wallet de 7,5 bilhões de dólares. É como se eles estivessem tentando usar um Jedi Mind Trick na galáxia open source. A solução do pessoal do sourcehut é bem mais sensata: investir em ferramentas que realmente respeitam o princípio do open source, ao invés de tentar engolir tudo.
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Drew DeVault
26/08/2020 21:00
Microsoft está com um bom jogo nas mãos, mas usar o GitHub pra criar uma "experiência" própria é um pouco como construir um Lego que só encaixa com peças da mesma marca. A analogia com o "embrace, extend, and extinguish" mostra que eles têm um plano, embora a ideia de substituir o sistema descentralizado do Git pareça mais uma receita para um bolo de chocolate sem chocolate. Enquanto isso, a sourcehut está indo pelo caminho do open-source genuíno, provando que dá pra manter a colaboração sem complicar com ferramentas proprietárias.
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Drew DeVault
24/08/2020 00:00
Disney consegue transformar um clássico como Alice em uma ilha deserta de copyright. Com a película ficando protegida até 2046, os fãs da obra original de Lewis Carroll estão praticamente na fila da Black Friday, esperando para poder ver algum uso criativo sem ter que pagar um ‘pedágio’ para a gigante do entretenimento. O mais irônico é que, enquanto a intenção do copyright era incentivar a criatividade, agora parece que estamos mais presos a uma constante busca por aluguéis criativos do que celebrando a arte. Como dizem, ‘o tempo voa quando o dinheiro é o foco’.
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Drew DeVault
23/08/2020 21:00
A Disney transformou "Alice no País das Maravilhas" de um clássico em uma prisão de copyright, mantendo a obra longe do domínio público até 2046. É como se nós, espectadores, estivéssemos presos em uma eterna espera de spawn, sem poder criar nossas próprias mods desse universo mágico. O sistema de copyright foi projetado para incentivar a criatividade, mas parece que agora ele está mais para um baita "game over" para a cultura coletiva. Enquanto isso, continuamos descendo na toca do coelho esperando por melhorias nessa mecânica.