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Fuzzing com gramática mutacional é como brincar de quebra-cabeça onde as peças se encaixam, mesmo que sejam um pouco tortas. O autor aponta que essa técnica, embora seja boa para encontrar bugs, não é perfeita e pode deixar passar alguns erros que um usuário casual nem percebe. Ele promete compartilhar suas estratégias para contornar essas falhas, e isso é algo que todo dev que se aventura pelo fuzzing vai querer ler. Sempre bom lembrar que, assim como em um bom jogo, a estratégia pode ser a chave para vencer desafios complexos.
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Olha só, a API GetProcessHandleFromHwnd foi uma descoberta incrível para quem gosta de explorar as armadilhas do Windows. O autor destaca como essa função é básica, mas super eficaz para obter o handle de um processo a partir de um HWND, contanto que você esteja jogando no mesmo time (ou seja, no mesmo usuário). "Se o chamador tiver UIAccess, no entanto, ele pode usar um hook de janelas para injetar código..." faz você pensar no quão importante é gerenciar permissões e segurança, né? Vamos ficar de olho em como essa API pode ser usada e, claro, tentar evitar que viramos o ‘cavalo de troia’ da vez.
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O post mais recente trouxe à tona a nova funcionalidade do Windows, a Proteção de Administrador, que promete criar uma barreira segura para o UAC. No entanto, parece que os pesquisadores se divertiram um pouco encontrando nove maneiras de contorná-la, sendo cinco delas detalhadas. O tema da vulnerabilidade vem sendo um calo no pé da segurança desde os tempos do Vista, mostrando como a interface do usuário pode ser uma faca de dois gumes. Agora a questão é: será que vão consertar isso de fato ou só um patch para nos deixar tranquilinhos?
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No segundo capítulo dessa saga de segurança no macOS, o autor revela como transformar uma vulnerabilidade de confusão de tipo em um exploit funcional. A técnica de fuzzing baseada em conhecimento se mostra como um verdadeiro "jogo de xadrez" contra bugs, onde cada movimento precisa ser calculado. O artigo destaca como, mesmo em meio a becos sem saída e desafios, a criatividade é a chave para desvendar o potencial dos crashes. Vale a pena acompanhar essa jornada para entender melhor como funcionam os bastidores da segurança no CoreAudio.
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O novo recurso de Proteção de Administrador no Windows 11, 25H2, parece promissor, mas como toda nova funcionalidade, sempre há aquela brecha que um verdadeiro dev vai encontrar. O artigo menciona que 'um usuário local pode acessar privilégios de administrador apenas quando necessário' — isso soa como um convite para quem tem um QI mais alto que a média. E é engraçado ver que, mesmo antes do lançamento oficial, já havia nove vulnerabilidades que precisaram ser corrigidas. Em resumo, é uma dança de gato e rato com a segurança, onde os devs são os ratos mais astutos. Vamos ver como a Microsoft lidará com isso no futuro.
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Esse blog é um verdadeiro 'bug hunt' no ecossistema Android, evidenciando como "a superfície de ataque de áudio do Dolby UDC" está tornando nossos dispositivos mais vulneráveis. A transcrição automática de mensagens de áudio no Google Messages pode parecer uma inteligência artificial legal, mas aqui está o truque: pode se tornar uma porta de entrada para exploits. Afinal, quem não gosta de um bom 0-click? Parece que o caminho à frente envolve mais do que só reparar falhas; é hora de repensar como lidamos com a segurança em nossas interações diárias.
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Com a possibilidade de uma exploração RCE do Dolby Unified Decoder, o que mais poderia dar errado? O autor usou a ferramenta DriverCartographer e encontrou um driver interessante, o /dev/bigwave, acessível na SELinux context do mediacodec. Como o BigWave acelera tarefas de decodificação AV1, já dá pra imaginar que ele poderia esconder alguns segredos. E, claro, o autor encontrou três bugs, um tão poderoso que conseguiu escapar da sandbox. Já é hora de dar mais atenção às brechas de drivers em sistemas Android, porque nunca se sabe quando a próxima "onda" vai quebrar na sua rede.
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É impressionante como a tecnologia evolui, mas ao mesmo tempo, o lado sombrio está sempre à espreita. Como destacado, "a superfície de ataque 0-click aumentou" com as novas funcionalidades de IA, permitindo que até os decodificadores de áudio se tornem alvos. Em vez de saborear um cafezinho enquanto escutamos mensagens, agora temos que ficar atentos a CVEs como CVE-2025-54957. É quase como se nossa privacidade estivesse se tornando um aplicativo em beta, sempre sujeito a bugs.
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O Project Zero finalmente deu um upgrade no visual do seu blog, que estava mais para uma máquina DOS do que para um site moderno. “Nós ainda precisamos fazer muito trabalho para proteger os usuários contra zero days”, o que mostra que, por mais que a estética tenha mudado, o desafio continua. E, claro, revisitar aqueles posts antigos é como encontrar um código legado que vale a pena revisar: sempre há algo útil ali. De qualquer forma, é bom ver que eles estão dispostos a manter a comunidade atualizada sobre as ameaças.
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Esse post é tipo um artefato arqueológico de 2017, quando a segurança em virtualização ainda estava se estruturalizando. O autor tenta resgatar o rascunho para falar sobre como escapar de uma VM para o processo de usuário do VirtualBox, mas, como quem tenta concatenar strings sem verificar nulos, ele acabou não finalizando. Fica o lembrete: as vulnerabilidades de segurança podem envelhecer, mas o conhecimento sobre elas continua relevante, assim como um código legado que ainda dá dor de cabeça.
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