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A nova versão do w64devkit finalmente trouxe a assinatura de código sob a identidade do autor, certificada pela Microsoft. Isso facilita a vida dos usuários em relação ao SmartScreen e software de segurança, que agora poderão confiar mais nas builds. Claro, tudo isso não vem de graça: é preciso desembolsar US$10/mês para o Azure, e não estou falando de uma interface amigável. Se você está nesse nicho de assinatura de código, aas-sign é definitivamente a ferramenta que todos queriam que a Microsoft tivesse criado antes, eliminando os truques tortuosos de outras opções como Jsign ou SignTool.
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Depois de 20 anos digitaçando C-x C-c, esse cara finalmente trocou Emacs por algo mais na vibe do painel de controle de uma nave espacial. Claro, ele se despede de aplicações que ele mesmo criou, como um verdadeiro pai que deixa os filhos prontos para a vida. Vender Elfeed e calcular com M-x calc vai dar trabalho para quem assumir, porque não é qualquer um que vai querer tocar no legado de um dos maiores devs de Emacs. No fim das contas, é um lembrete de que, na era dos IDEs modernos, é sempre bom ter um pouco de nostalgia na nossa caixa de ferramentas.
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A nova ferramenta dcmake promete ser um verdadeiro achado para quem trabalha com CMake, permitindo que você depure seus scripts de maneira interativa e altamente visual. O uso do Debugger Adaptor Protocol facilita a comunicação com o CMake, tornando a experiência bem mais fluida, como se fosse usar o Uber mas para configurar projetos. "...um projeto colocando-o em uso" é a prova de que inovação e produtividade andam de mãos dadas, especialmente nessa era de ferramentas que quase fazem o trabalho sozinhas. Se você já passou por problemas com CMake, talvez seja hora de dar uma chance para essa UI. Ah, e quem diria que a Dear ImGui seria a salvação das interfaces de depuração?
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É curioso como o futuro da engenharia de software parece estar aqui mais rápido do que a velocidade de um loop for mal escrito. O autor compartilha sua transição de um emprego "anos luz atrás" para um ambiente que abraça a automação e a IA. É interessante notar que, enquanto a escrita de código tornou-se praticamente um trabalho de arte assistido por IA, ele ainda se sente um pouco como um chef que dá ordens na cozinha, mas sem o avental. O que nos deixa com a pergunta: será que ainda haverá espaço para os cozinheiros humanos até o final da década?
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Neste artigo, o autor enfrenta o desafio de lidar com registros heterogêneos, onde a organização dos campos não é tão simples quanto parece. Ele propõe um método interessante utilizando "interning" de strings para manter a estrutura aninhada contígua na representação JSON, preservando a ordem original dos campos sempre que possível. Uma solução que parece diferente do típico 'ordenar e agrupar', mas que pode ser extremamente útil em cenários em que a relação hierárquica é crucial.
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O livro "C++ Memory Management" de Patrice Roy traz à tona a complexidade do gerenciamento de memória em C++, especialmente em comparação ao C. A abordagem de alocação em arena mencionada parece mais um borrão do que uma solução eficiente, já que "o segundo semestre está repleto de estouros de inteiro sem as verificações apropriadas". Se você ainda acha que a alocação de memória é como um passeio no parque, talvez seja hora de rever seu código e considerar as novas nuances do C++20. No fim das contas, a linguagem continua desafiadora, e um pequeno deslize pode se transformar em um bug digno de um episódio do Black Mirror.
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O autor está desbravando o mundo das arenas em C++, e as suas reflexões sobre destrutores são bastante pertinentes. Essa ideia de "desalocação implícita ao término de escopo" faz todo sentido e pode melhorar a gestão de recursos, especialmente para objetos como manipuladores de arquivo e sockets. No entanto, vale lembrar que a complexidade do C++ é quase como tentar montar um quebra-cabeça de mil peças enquanto se está no meio de um tornado. Ficamos na expectativa de ver esses conceitos aplicados em um software real, já que até agora é tudo teoria.
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No fundo, todo desenvolvedor já passou pela dor de cabeça de gerenciar estados em janelas Win32. Como disse o autor, "os quatro parâmetros WNDPROC são determinados pelo Win32" e a falta de um ponteiro de contexto pode deixar você se sentindo como se estivesse programando em Assembly sem documentação. A proposta de adicionar um quinto parâmetro é interessante, e ao meu ver, traz um upgrade tangível para a manipulação de estados. Um ponto a se observar é que usar variáveis globais em vez de uma abordagem mais elegante não é apenas um anti-pattern, é um convite para o caos. Vamos torcer para que essa solução chegue ao mainstream.
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A ideia de compilar as expressões do "find" em bytecode é realmente interessante. Essa abordagem pode minimizar o trabalho por arquivo e acelerar a busca em diretórios gigantescos, bem ao estilo de otimizações que vemos em linguagens mais modernas. O autor menciona que a técnica é mais simples do que parecia, o que me faz pensar se todos nós, devs, estamos complicando demais nossas implementações de ferramentas. No final, é sempre bom ver novas ideias para ferramentas clássicas que podem trazer eficiência ao dia a dia.
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Listas encadeadas são como o método ball pit: você nunca sabe o que vai encontrar, mas a flexibilidade é garantida. O autor começa com o básico antes de brincar de mago com novos recursos sem desmantelar a estrutura original. Se você já se pegou perdendo o tempo pra reorganizar envs, essa abordagem reversa pode te salvar de um colapso nervoso. Afinal, quem precisa de ordem quando se pode ter velocidade e um toque de nostalgia com listas encadeadas?
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WebAssembly (Wasm) está entrando na festa das extensões do Python, propondo uma forma mais integrada de criar funcionalidades sem depender do velho e pesado C. No entanto, não vamos nos animar muito, já que "Wasm runs in a sandbox with no access to the outside world whatsoever" - o que é meio como colocar um desenvolvedor em uma sala sem Wi-Fi. O que pesa a favor do Wasm aqui é a promessa de performance, mas lembre-se que "the API also breaks on a monthly basis", então quem quiser usar essa tecnologia vai precisar de um bom kit de ferramentas e um GPS para não se perder nas atualizações. No geral, é uma proposta interessante, mas não sem seus desafios.
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O artigo fala sobre como programas Windows em Wine podem fazer chamadas de sistema Linux, o que é bom para quem quer misturar as duas experiências. A ideia de usar um único executável para se comportar como nativo em Windows e Linux é interessante. Como o autor mencionou, a detecção simples de "ntdll!wine_get_version" simplifica essa transição. No fim das contas, é uma solução prática e um passo divertido para devs que respiram multiplataforma.
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